NO BOM FIM
Esquinas da Garibaldi são perigosas
No começo da semana um acidente só veio a demonstrar o que todos já sabem, o perigo dos cruzamentos da Rua Garibaldi, entre a Independência e Osvaldo Aranha. Tanto na Osvaldo como na Irmão José Otão, há fluxo intenso de veículos que cruzam a Garibaldi e pegam desprevenidos aqueles que descem em direção da Avenida que faz ligação direta ao Centro e a Zona Leste da Cidade, bem como permite o acesso secundário para quem tem a intenção de se dirigir pela Zona Sul. O problema maior é a desatenção dos motoristas e a alta velocidade praticada em área urbana. Somado, eventualmente ao consumo de álcool, são componentes explosivos que colocam em risco a vida de quem conduz o veículo, de seus caronas e também de pedestres, especialmente em alguns horários quando o movimento de calçada no comércio e de deslocamento de estudantes para as escolas da Região é intenso.
NA CIDADE
Votação sobre o Pontal vale a pena?
Afinal, o que vamos decidir ao participarmos da votação sobre o Pontal do Estaleiro? Ao se sabe, os empreendedores desistiram de mudar o projeto original e estão abrindo mão da construção de apartamentos residenciais. Querem levar ao pé da letra a proposta inicial de edificação comercial e de serviços, já aprovada em lei e sancionada pelo então prefeito Tarso Genro (PT), em 2002. Se a área é privada, o município não tem recursos para a sua desapropriação, que seria o ideal nesse caso, e não há mais interesse em alterar o projeto original. O que vamos votar e qual o custo desse processo que mobilizará estrutura de logística para a instalação de 91 urnas eletrônicas, divulgação, servidores e o apoio técnico do TRE?
NO MUNDO
Gripe “A” assusta e já começa a mudar hábitos
A morte de um gaúcho – o primeiro caso de óbito – ocasionada pela gripe “A” e as declarações de que o Rio Grande do Sul pode se tornar o estado brasileiro com maior incidência da doença, coloca as autoridades e a população em alerta. A sensação de medo ainda é maior pelo fato de que outro tipo de gripe – talvez tão violenta quanto a “A” – atingiu em cheio um grande número de pessoas, inclusive as que tomaram a vacina anti-gripal, aplicada em idosos, crianças e em muitos outros cidadãos que desejam estar protegidos. Desta vez, ou a vacina não funcionou, ou o vírus influenza se modificou, porque fato é que são inúmeros os casos de quem tomou a vacina e está gripado.
Esse fato contribui para o aumento da sensação de medo das pessoas e também confunde os profissionais de saúde, já que os sintomas de ambas as gripes são muito parecidos. Portanto, ao contrário do que ocorre em muitos postos médicos, que, aliás, parecem despreparados para a doença – sejam públicos ou particulares – é preciso uma investigação mais aprofundada de quem apresentar os sintomas (febre alta repentina, tosse seca e dores pelo corpo).
Saber se o paciente está com a gripe “A” é possível somente com exame feito em apenas três laboratórios no País e é exatamente por isso que o interesse e conhecimento por parte médico, somado a investigação viral são fundamentais para o controle. Até o momento os casos são de pessoas que tiveram contato com o vírus fora do País, em sua maioria na Argentina. Mas é bom estar alerta, sem paranóia, mas vigilantes, pois em breve esse quadro pode mudar. No inverno é comum que se fique em ambientes fechados em razão do frio e da chuva. Assim, a se confirmarem transmissões já ocorridas aqui no nosso Estado, devemos evitá-los ao máximo. Ônibus, teatros, cinemas, boates e restaurantes, assim como outros locais de grande presença de público passarão a ser áreas de risco potencial. Fique ligado!



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