Procedente de Curitiba, Maria Fernanda Loureiro, 18 anos, vem pela segunda vez ao Brique da Redenção. Ela critica o que considera “pouca diversidade de produtos”. Outra curitibana, Flávia Smanhotto, 19 anos, elogia a identidade cultural. “Tem cuia de chimarrão, artesanato em couro e outros produtos típicos da cultura gaúcha. Em Curitiba também há feiras de artesanato ao ar livre, mas lá os produtos não traduzem a cultura local tão bem quanto aqui”, destaca.
Curtindo o domingo de sol, o casal Denise e Cristiano, frequentadores habituais do Brique reafirmam a observação da turista. “O interessante no Brique é que ele preserva suas tradições. O comércio é secundário, As pessoas vêm aqui para sentir o clima do Brique, para encontrar pessoas, tomar chimarrão, diz Cristiano.
Para Denise, no verão, metade da população de Porto Alegre vai à
praia, motivo pelo qual há um certo esvaziamento de público. Segundo ela, no frio, as pessoas vêm mais à Redenção, tomar chimarrão no sol. “O Brique fica cheio, lotado, fica muito bonito! O inverno ganha do verão nesse aspecto e deixa o Brique bem colorido. Tomar chimarrão no Brique é diferente de tomar chimarrão em qualquer outro lugar. A gente sai daqui energizado”, justifica.





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