http://www.consumidorrs.com.br/rs2/inicial.php?case=2&idnot=19480
04/01/2012
Smic recebe veículos para atividades de fiscalização em Porto Alegre (isto é bom…, mas…….)
Doação é resultado de Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a Smic e o Walmart Brasil
A 26ª Feira de Natal do Bom Fim foi um grandioso sucesso tal qual o ano anterior, levando em consideração que é um evento que havia sido retirado do Calendário Oficial de Eventos da SMIC e da Prefeitura de Porto Alegre. Graças ao trabalho dos artesãos, de Renato Borba, Mario Pirata, Sandra Santos, Alexandre Brito, Ricardo Silvestrin, Gilberto Wallace Battilana , Pedro Marodin, Marcos Ungaretti, Calico (e me perdoem se me falha a memória, mas não menos especiais e importantes colaboradores) que ano ano passado fizeram um esforço sobre-humano para auxiliar a devolver este presente dos artesãos à população PortoAlegrense no ano passado, fazendo com que este ano o evento entrasse no Calendário de Eventos da SMIC (e assim esperamos que continue e não mais retirado). Conseguimos, graças ao esforço e paciência do Gilberto D’Avila , que praticamente sozinho carregou a Feira nas costas, organizar e fazer uma feira digna de méritos, organizada, tranquila, com clima de paz e integração (até Papail Noel dos artesãos tivemos!!!!! – e isto há anos não se via nesta feira e já é o segundo ano) sem luxo mas com muito requinte e qualidade de artesãos e seus produtos exclusivos e especiais. Estiveram lá presentes artesãos de Porto Alegre, Pelotas, Esteio e Novo Hamburgo. Este ano, pedimos ao Papai Noel que olhe por nós, artesãos, e que nos auxilie para que no próximo ano tenhamos o apoio instituicional da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), entidade verdadeiramente representativa dos artesãos no Estado do Rio Grande do Sul no sentido da REAL VALORIZAÇÃO DO ARTESANATO GAÚCHO (o que nos faltou muito pouco este ano). Também pedimos ao bom velhinho que nos auxilie neste processo de integração e união entre os artesãos e as feiras finalmente aconteça, para que a FEIRA DO ARTESANATO DO BOM FIM possa voltar a ser exemplo de consolidação, qualidade, simplicidade, dignidade, honra e orgulho em ser ARTESÃO GAÚCHO, não pelo vender, vender, vender, mas pelo estar unido e integrado. Sim, uma verdadeira FAMÍLIA, digna de honras, glórias e méritos, principalmente, devolvendo seu nome às bancas.
Obrigado em especial, aos moradores do Bairro Bom Fim, moradores da Av.José Bonifácio, ao Colégio Militar e Porto Alegre (que nos incentiva com seu pioneirismo estudantil), ao Maomé (por sua divulgação) e ao Café do Brique (que acolhe algumas pessoas mais que especiais), aos taxistas no leva e trás dos artesãos e também na singela divulgação e reconhecimento do trabalho, e à todos que mais uma vez conclamados através do Jornal Fala Bom Fim que nos noticiou, nos atendenderam e abraçaram os artesãos, transformando esta Feira de Natal de maneira especial. Obrigado pelo carinho. É um grande caso de amor e cumplicidade entre os artesãos e o Bairro Bom Fim.
O que Porto Alegre se apaixonou na FEIRA DE ARTESANATO DO BOM FIM??? Simplicidade, carinho, dignidade, humildade… Agradecemos à todos por sua especial colaboração…
Que todos tenham um grandioso Natal repleto e luz e bençãos… Que a chama não se apague…
Sugiro que ao inves de privatizar a redençao com estacionamentos para carros seja priorizado os espaços comerciais que ja tem estacionamento privado em grande quantidade a redençao deve ser preservada quanto carros pois vai aumentar vandalismo som alto,consumo de drogas e alcool comercio de ambulantes como ja esta acontecendo em sabado e domingos com enorme quantidade de flanelinas em volta dos carros na osvaldo aranha.
E isto, não é privatização do espço público? E uso indevido de um Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio Grande do Sul? http://briquedaredencao.com.br/brique/
- Inst.nº 003/94 – Prefeitura Municipal de Porto Alegre – Secretaria Municipal da Producção, Indústria e Comércio: “Estabelece o Regulamento da “Feira de Artesanato do Bom Fim”, coordenada pela SMIC
- Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Diário Oficial – Lei nº 12.344, de 26/10/2005, declara “Brique da Redenção”, antiquários e Feira de Artesanato do Bom Fim, declara como Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul
- Lei 6295 de 20/03/1978 – Prefeitura Municipal de Porto Alegre – Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio – institui o “Brique da Redenção” o antigo “Mercado das Pulgas”
- Lei nº 8193, de 22/03/83, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, institui a “Feira de Artesanato do Bom Fim” e regulamenta sua administração através da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio
- Lei 10376, 31/01/2008, institui a Licença Municipal para o exercício da “Arte Popular”
- Lei 7054, de 29/05/92, dispõe sobre a oficialização do “Brique da Redenção, Artenapraça e Feira de Artesanato do Bom Fim”
Agora, em vista de todas estas leis, normas e instruções (e há mais), como é que não estão “privatizando” o espaço público, se “Brique da Redenção” é o nome de uma “Feira de Antiguidades”, como é que pode ser “Marca Registrada”?. Se “Brique da Redenção” é “Patrimônio Cultural do Estado”, como é que pode ser “Marca Registrada”????
Digo isto em vista de que, as “bancas novas” da tal “revitalização” do “Brique da Redenção”, não compartimentam os espaços… O que quero dizer é que o “Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul” compreende quatro espaços, a saber: Brique da Redenção (possui uma das suas origens na loja “Ao Belchior”), gastronomia, ArteNaPraça, Feira de Artesanato do Bom Fim e não uma “Marca Registrada”. “Brique da Redenção” com o “errezinho” de marca registrada. Por isto estes tais “coordenadores” do espaço se “intitulam” e se “apropriam” cada vez mais do espaço. Isto não é privatizar????
A grande jogada destas pessoas que se intitualm “coordenadores” do tal “Brique da Redenção”, é que se “aproveitaram” de um “carinho” que a população PortoAlegrense estava dando ao espaço, transformaram em “Marca Registrada”, apoderando-se do nome de uma das mais importantes “Feiras de Antiquários da História Brasileira”, antes do Governo do Estado do Rio Grande do Sul oficializar o espaço como Patrimônio Cultural do Estado.
Foi ou não foi uma grande “sacada”??? Então, os antiquários foram enganados, os artesãos foram enganados, a população foi enganada…
A minha grande luta, pela tal “revitalização”, é que se começe pelo começo, ou seja, em cada uma das “novas bancas” retira-se o nome “Brique da Redenção” (com o “errezinho” de “marca registrada” e adiciona-se o nome oficial da feira ao qual determinado expositor pertence, ou seja, se é uma banca de artesão, ao invés de “Brique da Redenção, coloca-se “Feira de Artesanato do Bom Fim”, se é banca de Artista Plástico, coloca-se “ArteNaPraça”, se é banca de antiquário, coloca-se “Brique da Redenção (sem o “errezinho” de marca registrada). E
Os artesãos, artistas plásticos e antiquários e, principalmente a população, foi novamente “enganada” por pessoas que se intitualm “proprietárias” de uma “Marca Registrada” que não existe, e se existe, não é deles. Brique da Redenção é o nome oficial de uma das feiras (a dos antiquários), que estas pessoas se apoderam sem pedir licença. Estas mesmas pessoas se apoderam do “apelido carinhoso” que a população PortoAlegrense deu ao espaço José Bonifácio aos domingos.
Lembro que os 6 princípios que instituíram a “Feira de Artesanato do Bom Fim” são: família, arte, cultura, lazre, entretenimento e valorização do artesanato do artista e do antiquário. Hoje, o que se vê pela “marca registrada” “Brique da Redenção” é única e exclusivamente “comercialização”.
Com o passar dos últimos 10 a 15 anos, os cinco principais princípios da “Feira de Artesanato do Bom Fim” vêm sendo retirados gradativamente, ficando o espaço sendo utilizado somente para comercialização. Mas o que Porto Alegre realmente se apaixonou e o que faz a população gostar tanto do espaço?
Carinho e cuidado. Apresentações de arte popular, cultura popular. A população portoalegrense ama o espaço “Brique da Redenção” (sem o “errezinho” de marca registrada), porque é um espaço primordialmente “família”, que costuma ter “arte” na rua e na praça, diversificação e democratização cultural (artistas de todas as tribos), troca de sorrisos e “bom dia”, lazer e prazer de estar em convivência com o próximo, e o entretenimento, passar o tempo em família, com a família… Brincar com os filhos na praça, caminhar pela av.José Bonifácio…
E se algo agradar, agraciar o artesão, artista ou antiquário com sua presenã em seu estande. E levar algo para casa, algo produzido com carinho, com a alma e que fez ou fará a história da sua vida.
Isto sim é “Brique da Redenção” (sem o “errezinho” de Marca Registrada). FAMÍLIA, ARTE, CULTURA, LAZER, ENTRETENIMENTO E VALORIZAÇÃO COMERCIAL. Foi por isto que Porto Alegre se apaixonou.
Agora, da maneira que está exposto: com dois pórticos aéreos (privatização do espaço público acima dos 4 metros de altura), com bancas informando “Brique da Redenção” como “Marca Registrada”… Não é privatizar o espaço público????????
Artesãos, artistas e antiquários, vocês estão sendo enganados e enganando a população… Muito cuidado, porque a população demonstra o seu não gostar pelas não compras….
“Brique da Redenção” é o nome oficial de uma das principais feiras de antiquários do Brasil. E o complexo “Brique da Redenção” foi “carimbado” como “Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul”. Este carimbo inclui “Brique da Redenção, ArteNaPraça e Feira de Artesanato do Bom Fim”.
Revitalização, significa ordenar as coisas. Significa colocar as coisas no seu devido lugar.
Fiquei orgulhoso ao ler sobre os bares da cidade baixa em especial do Juvas Bar, da André da Rocha. Caso queiram ver fotos antigas do bar entrem em contato. juvasvinhos@pop.com.br
Parabéns pela iniciativa e coragem de divulgar a questão indígena e solicitar apoio à população e as entidades federativas. O que deveria ter sido feito pelos artesãos e não foi. Sugiro verificar a existência de alguma entidade que auxilie na questão da “Valorização da Arte Indígena”, apoio do Governo do Estado através da Secr.de Cultura (por causa das questões históricas relacionadas à etnias Guaranis, Charruas e Kaigangs) e Conselho Tutelar (quem sabe uma tenda no “Brique da Redenção” para orientações à população) e ainda um ou dois antropólogos para facilitar o diálogo com os indígenas e, é claro, a participação mais que fundamental da FUNAI. Que tal criar um “NOVO ESPAÇO DE VALORIZAÇÃO DA ARTE INDÍGENA NA FEIRA DE ARTESANATO DO BOM FIM”? Neste espaço, somente bancas de indígenas-artesãos-artistas. É uma forma de valorizar a cidadania, a história, a arte e de salvaguardar a cultura indígena dos usos/abusos brancosXindígenas.
Em especial, com relação ao Rafael Caroni, nós que somos artesãos e fazemos parte da FAMÍLIA “Feira de Artesanato do Bom Fim” e cidadãos sentimo-nos sensibilizados pelo carinho com que Dna.Lourdes e família o cercam. E é com esse imenso carinho que dispenso um respeitoso “Vamos lá Rafael, cara, tu vai conseguir meu irmão…” (para quem não sabe, Rafael era surfista). Eu não consigo passar por ele sem dar um “aperto de mão”. Este cara vale-ouro. É um dos caras mais lutadores que conheci. Com tantos sonhos… Mas não há vencedores que não tenham sonhado… Nós te amamos Rafael.
ASSALTEM-ME
Ao que parece temos em nossas costas uma placa que traz a inscrição… Assaltem-me.
Como não bastasse sermos e termos nossos direitos violados e desrespeitados nos mais variados veios constitucionais, agora somos obrigados a arcar com os prejuízos causados pelos assaltantes, banqueiros e a justiça.
Os assaltantes por arrombar os caixas eletrônicos, os banqueiros por não assumirem suas culpas por mancharem, de vermelho, as notas roubadas e a justiça por cruzarem os braços diante de uma medida cautelar, no mínimo, que nos isente como vítimas, isoladas, que nos tornamos.
O melhor de tudo é que com isso – literalmente – nos tornamos, todos, clientes preferências e palhaços, pois, ficamos com tais status como preferidos no papel de vítimas contumazes e pintados como as notas roubadas, pintados de palhaços de um circo chamado Brasil.
Não dá para acreditar, a comissão da Feira de Artesanato do Bom Fim (vulgo Brique da Redenção) quer comandar também o espaço público da rua (que é fechada). Digo isto, porque temos um grande baterista, Péter, que tem voluntariamente realizando atividades com musicais com crianças (de rua, indígenas e população em geral) foi hoje importunado pelo pessoal que se diz da coordenação da feira.Dizendo que ele deveria parar ou virar a bateria para outro lado, porque havia artesãos reclamando do “barulho”.Agora, vê se pode, o cara se deu o dezprazer de ir importunar um grande artista que está realizando uma grande atividade musical. Buscando atividades culturais com crianças de rua, auxiliando para que o processo de utilização de drogas em torno do parque não chegue às nossas crianças.Agora, veja só, quem sem apresentou como coordenador do “Brique da Redenção” é na realidade um dos representantes da comissão da Feira de Artesanato do Bom Fim. Pelo que eu saiba, a administração de parques e rodovias não fica a cargo de uma comissão de artesãos, muito menos a administração de um Patrimônio Cultural.A administração do Patrimônio Cultural Imaterial Estadual fica a cargo da Secretaria de Cultura do Estado
e a comissão desta feira nada têm a ver com isto. ALÔ SECRETARIA DE
CULTURA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL!!!!!!!!!Até quando vocês vão deixar a população à mercê de
pessoas que sequer vão cumprimentar uma cacique Pataxó que estava em
viagem e que sequer foram cumprimentar um grande artista circence da
Patagôni (Argentina) que lá estiveram no dia de hoje.Até quendo vocês vão deixar que um patrimônio cultural imaterial estadual seja “supostamente” administrado e coordenado por qeum não tem nada a ver com este processo, ao contrário, foram estas pessoas que fizeram tantas para afastar grandes artistas de lá…Entre eles: Marcos Ungaretti, Calico, Mário Pirata, e agora, uma artista portuguesa que passou por lá, ninguém foi cumprimentá-la, nem mesmo deram as boas vindas… Até quando deixar as questões indígenas que lá acontecem nas mãos de quem não conhece e não têm o interesse de valorizar a arte indígena…..Até quando?!!!!?!?!?!?!?!Além do mais, ameaçaram este grande baterista de solicitar à tal da SMIC que venha retirá-lo. Nem conhecimento de qual a entidade deve ser chamada para cuidar do caso sabem… DEVO LEMBRAR, há a Lei Federal de Incentivo à Cultura e também a Lei do Artista de Rua… O que têm a ver a SMIC com a manifestação popular artística….Outra coisa, porque vêm importunar um “pequeno baterista” que faz pouco barulho se especialmente no dia de hoje tínhamos: Palco Giratório do SESC (com caixas de som de grande potência), teatro de bonecos (com duas caixas de som) e também tínhamos presentes a Banda Marcial Juliana (Colégio Júlio de Castilhos)…O que é isso??? Eu é que pergunto. É exatamente por causa de manifestações populares que o “tal” do “Brique da Redenção” ficou conhecido no mundo inteiro e sabemos disto… Até quando deixar esta tal de comissão fazer o trabalho que não pertence à eles??????Pedimos ajuda à todas para que este processo de manifestação popular possa ser restabelecido e a ordem das coisas possa ser restaurada. Se possível, divulgação na mídia (impressa ou não) e a exigência da participação do poder público nestas atividades, principalmente, a Secretaria de Cultura, Turismo e Educação.Acho que me coloquei mal, gostaríamos sim da participação do poder público, não como exigência, mas no sentido de orientação em como cuidar e auxiliar para que o processo de manifestação da arte e cultura popular possa ser livremente defendido em um espaço que é, desde 1995, considerado como Patrimônio Cultural Estadual…Sei que o Memorial do Estado do Rio Grande do Sul têm realizado atividades sobre patrimônios e também sobre a valorização da arte indígena. Gostaríamos de aprender como fazer este trabalho adequadamente para que a manifestação popular se sobressaia.Estamos fazendo um trabalho voluntário, onde todos aparecem e ninguém quer aparecer mais do que outros. Não queremos mandar no espaço, mas pedir colaboração para que os artistas possam manifestar suas ativides livremente em um espaço que É PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL…Lembre que, eu venho lutando para que a arte, a cultura, o lazer e o entretenimento possam ser restabelecidos à população portoalegrense e depois pelo artesão. Este é o verdadeiro sentido da Feira de Artesanato do Bom Fim…Isto nada têm a ver com questões partidárias e/ou políticas… Isto têm a ver com a valorização da manifestação popular… isto têm a ver com a manifestação artística… isto têm a ver com lazer e prazer de curtir bons momentos com sua família… não apenas frequentar o espaço por causa de uma feira, mas frequentá-lo, por não saber que atividades teremos hoje… surpresas culturais…é disto que eu falo… amor à arte… amor à cultura… amor à população portoalegrense…Outra, na visão da tal da SMIC e de alguns artesãos eu sou o que chamam de “artesão problema”, porque eu brigo, discuto e principalmente, rebato à atitudes inconstituscionais que estão sendo “impostas” aos artesãos, aos artistas e, principalmente, à população portoalegrense, através de pequenos grupos que se intitulam “donos da rua”.na verdade, é porque eu “não coloco o rabinho no meio das pernas” aos mandos e desmandos de pessoas que fizeram de tudo para “apagar” uma das maiores histórias da cultura portoalegrense. A história de dois grandes líderes, que imaginaram o funcionamento da feira. Eles são Paulo e Berenice… os verdadeiros e grandes líderes da Feira de Artesanato do Bom Fim…Se ser artesão problema é brigar pela valorização de arte, cultura, lazer , entretenimento, arte indígena, artistas, músicos, poetas… então eu sou um artesão problema… e serei mais ainda, porque esta briga está apenas no começo…Um detalhe muito importante, se acreditam que banca bonita vai revitalizar a feira… este é um grande erro…o segredo da feira é a simplicidade e humildade, é a arte e a cultura, e o belo e o feio, é o artista e sua obra…isto este pessoal não tem…e eles fizeram de tudo para apagar a história do artesanato gaúcho… agora, para revitalizar… é um trabalho maior…o que revitaliza é a valorização do trabalho artesanal, não a banca… o que revitaliza é a valorização da cultura e arte indígena, não a briga nos tribunais pela não utilização do espaço por indígenas, o que revitaliza é uma comissão presente às atividades em seu redor, e não uma que coloca extensor em sua banca para não ser roubado…o que revitaliza é o apoio da Brigada levando o Proerd às praças… o que revitaliza é a manifestação de bandas marciais, o que revitaliza é o teatro, a poesia… enfim… REAL VALORIZAÇÃO DA ARTE, CULTURA, LAZER E ENTRETENIMENTO e só depois o artesão…Sei que tem pessoas importantes que observam as manifestações do facebook e que estas pessoas estão na esfera do poder público municipal… espero que façam algo para que não se perca uma grande parte da cultura portoalegrense e gaúcha… através das secretarias de cultura, turismo e educação, não através da smic…se fizerem através da smic será um grande erro e uma grande perda…e por favor, façam isto através de convocação de assembléias das entidades envolvidas, não através das comissões que atuamente “coordenam” mas não representam, que atualmente tem realizado papel opressor junto aos artistas e aos artesãos…Marcos Josife Blauth as convocações precisam ser realizadas diretamente nas feiras de artesanato… procurem ouvir os artesãos de porto alegre, não somente de uma feira…. experimentem ouvir os artesãos do estado… terão uma belíssima e agradável surpresa e grandes histórias de artesãos que fizeram tanto ou mais que alguns outros que se intitulam “fundadores”.espero que finalmente tenham compreendido o que quero dizer… estou à disposição para melhor explicar e dialogar, se desejarem, desde que a verdade a ser utilizada não seja única… e sim compartilhada entre as diversas partes…não estou à disposição para questões partidárias e políticas… este é o papel dos políticos… não meu…e quando entrem em contato comigo, por favor, se fizerem isto, estejam prontos a ouvir, não histórias, mas soluções… para algumas das principais questões que têm havido entre as feiras e entre as comissões…para que os objetivos sejam alcançados, só precisamos de um pouco de boa vontade e de valorização da história da cultura artesnal portoalegrense e gaúcha… é fácil de resolver… basta um pouco de humildade entre as partes…a propósito, porque não há representantes da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social nas triagens???? Afinal, são eles que assinam a carteira de artesão.segundo informações, as comissões simplesmente “pararam” de chamar a FGTAS para as comissões de triagem para poder “passar” seu pessoal na triagem… e agora???? como resolver???? destituição de uma comissão ou voltar a trabalhar e aceitar opiniões de quem assina tua carteira de artesão???por isso é que eu digo que estão “privatizando”. Agora me compreenderam???
Agora querem “brecar” o espaço cultural… era só o que faltava… e a democracia… querem privar um artista de levar arte musical à crianças?!?!?!?!
gostaria que este importante jornal pressionasse a smam para que plante mais árvores nas ruas fernandes vieira,felipe camarão,vasco da gama,osvaldo aranha pois muitas árvores foram cortadas sem replantio e os canteiros permanecem,ainda árvores plantadas na jose bonifacio e osvaldo aranha estão morrendo e recem foram plantas.
Pela segunda vez, infelizmente, as classes proprietárias de uma marca/patente tentam invadir o espaço aberto e alternativo construído por uma classe de artesãos que são artistas que trabalham em prol da comunidade para auxiliar no processo de democratização da cultura e arte. A associação (que se diz representativa) sequer consultou as bases em assembléia o que nos permite impugnar esta assinatura que mais uma vez vai “prender” o artesão e permitir que uma classe proprietária “determine” os rumos de uma feira que nasceu com espírito de classe e democracia ampla. Os artesãos foram pegos de surpresa e não foram comunicados. Vale lembrar que, em lei, o nome da feira é “Feira de Artesanato do Bom Fim” e que “Brique da Redenção” diz respeito aos antiquários. Então, a associação que se diz representativa dos artesãos se diz também representativa do Brique da Redenção e, então, qual é a verdade? O quê e quem esta associação representa? Qual é o papel fundamental de uma associação? Ser braço político representativo do governo perante os artesãos ou a associação deve ser representativa referente e inerente aos artesãos perante o poder público? Porque comunidade (o público frequentador) não foi consultado???? Por que os artesãos, mesmo convidados não foram convidadados? A saber, segundo a comissão do então “Brique da Redenção”, artesãos “convidados” não “tem” que saber do seu estatuto, mas o seu estatuto é um documento público!!!!!! Por quê esconder??? Algo têm??? Por quê a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social não está envolvida? Por quê a Casa do Artesão não está envolvida??? Por quê os artesãos não foram consultados??? Ahhhh. tá… é claro, existe um interesse político acima disto. Vale lembrar que a alma do artesão e artista não têm partido e muito menos faz alianças que possuem cunho partidário ………… Felizmente, a alma do artesão NÃO ESTÁ À VENDA. E é claro que isto será inpugnado pelo Ministério Público Federal, se houver questionamento democrático…. Mais uma coisa, divergências polítcas não são motivos para não permitir que um artesão possa participar e “passar” em uma triagem já que seu trabalho, segundo artesãos e público, possui qualidade e competência técnica e habilidade artesanal, já que venho trabalhando há mais de três anos como artesão e, exponho, atualmente no box 119 do “Brique de Sábado” e, por enquanto e com vergonha ao que têm se passado na feira, exponho como “convidado” no então chamado “Brique da Redenção”, que em sua alma e por respeito, ainda exponho e trabalho em nome da “Feira de Artesanato do Bom Fim” que , em lei, é o seu verdadeiro nome, já que esta feira nasceu, junto com 15 artesãos e pessoas envolvidadas com arte e cultura no etsado do Rio Grande do Sul . É possível solicitar vistas ao documento, fazer uma análise técnica e observar que tipo de entendimento pode ser instituído antes da assinatura do contrato? E, quem sabe, solicitar adiamento da assinatura do contrato segundo princípios da democracia estabelecidos na Constituição Federal.
Não é mais possível aguentar os problemas das festas da sociedade hebraica da rua João Telles… uma pena qu o bom senso não seja o prevalente e que as festas de grande porte não fossem mais realizadas, visto todos os incômodos que ja causaram para a comunidade que reside, principalmente na rua João Telles.
Para quem não sabe dos acontecimentos desse sábado, repetem-se as cenas de tumulto, gritaria, bebedeira, filas de táxis e carros buzinando pela madrugada, achacadores, venda de drogas, até churrasquinho tinha, mas o pior estava por vir, NOVAMENTE uma briga horrível as 4 e meia da manhã, barulhos de coisas quebradas que até pareciam tiros, sirenes dos carros da brigada chegando e os moradores nas suas janelas atônitos com o que ocorria, sem acreditar no que estava acontecendo…
iNFELIZMENTE a Hebraica NAO TEM COMO receber este tipo de festa, são quase crianças andando pela rua, bebendo, brigando, fico me colocando no lugar dos pais (e penso que bom que meu filho é pequeno ainda) que também estavam apavorados buscando seus filhos e tentando dar ré na rua para fugir do tumulto que ocorria , eu nunca mais traria meu filho num local como esse. A SOCIEDADE NÃO TEM ESTRUTURA para abarcar um evendo desse porte, ainda mais associado a festa Balonê no mesmo dia no Ocidente, é inviável. POR FAVOR PENSEM NA COMUNIDADE E NOS TRANSTORNOS QUE ESSE TIPO DE FESTA CAUSAM PARA NÓS… Torço que não se espere que aconteça uma TRAGÉDIA para que seja tomada uma providencia!!!!!
Como já adiantamos, a partir de junho de 2011 todo o processo de coleta do lixo, no bairro, deverá ser alterado e mecanizado com a instalação de conteineres a cada 100 mts.
Apesar de 2011 e de tempos antes e depois de Bill Gates, ainda podemos desfrutar das “nossas” noticias, de um tempo de ruas e vizinhos conhecidos, de recados nos portões e brincadeira na calçada. Manter os jornais de bairros rejuvensce, relembra, fortalece a lembrança de um modo de viver mais feliz.
Que as noticias mais importantes sejam as nossas! Vamos ler mais as nossas idéias e considerar com carinho nossos jornais de bairros.
Sugiro uma campanha forte referente o acondicionamento do lixo em LIXEIRAS ate o recolhimento pela prefeitura. As ruas do bairro estão muito sujas de lixo, os moradores (de predios comerciais e residenciais) depositam o lixo na calcada para ser recohido pela prefeitura. A maioria dos predios não tem lixeiras apropriadas para este fim. Precisamos mudar este cenario.
Somos uma ong que trabalha pelo respeito e valorização da vida animal.
Realizamos campanhas para castração de cães e gatos e gostaríamos
de ter o apoio deste jornal na divulgação.Trabalhamos aos domingos no Brique
Castrar é um ato de amor !
Castre cães e gatos a preços acessíveis
Ajude a diminuir a superpopulação, o abandono e sofrimento de cães e gatos.
Castre seu animal. Apadrinhe um animal carente castrando cães e gatos de pessoas
que não tem condições de pagar uma cirurgia ou animais de rua.
Núcleo de Esterilização – Gatos&Amigos
informações: 9962-8703 ou gatoseamigos@terra.com.br http://www.gatoseamigos.org
Estaremos encaminhando, o mais breve possível, a sua demanda (via Fala Bom Fim) para a SMIC e Saúde Municipal. Também vamos seguir observando o local para eventual materia em edição futura.
Estou muito insatisfeita com o nosso bairro Bom Fim, mais precisamente com a Rua Barros Cassal na frente da tradicional e bela Sinagoga. Foi instalado recentemente em uma casa velha, nº 745/747 (que não tem estrutura nenhuma, inclusive já pegou fogo) um verdeiro frigorífico (só falta o matadouro) que gera poluição sonora 24 horas por dia, ininterruptamente, transtornando não só os moradores que residem ao lado, como também quem passa e trabalha ao redor diariamente. Além disso, exala cheiro podre que lembra sangue coagulado. Estou passando um verdadeiro horror! Não posso usar vários cômodos do meu apartamento, como a sala, e inclusive o meu quarto. O meu direito à propriedade e dignidade como pessoa humana estão sendo feridos.
Esse tipo de atividade não pode ser instalada no nosso bairro, é um absurdo!! É rebaixar o Bom Fim para 5º categoria. Li no plano diretor que o bairro Bom Fim é classificado como zona mista 2, e, portanto, não poderia ter frigorífico (conforme lista de atividades do PDDUA). Cabe ressaltar, ainda, que descobri que tal estabelecimento está em condição de total irregularidade junto a SMIC/POA . Será qual é a origem das carnes, já que as transportam em veículos não refrigerados (inclusive já flagrei o uso desses carros para transporte de material de construção).
Estou escrevendo este manifesto para que a comunidade se una para fazer valer a Lei concretamente contra essa arbitrariedade, expulsando esse tipo de atividade no nosso bairro, que prejudica moradores que sempre pagaram seus impostos e sempre se preocuparam em fazer o melhor pelo bairro.
A minha família mora a muitos anos nesse bairro, na rua barros cassal desde 1961, sem contar os anos que residiu na Rua Tomas Flores, e nesse tempo sempre respeitou os demais moradores, não os importunando. Então eu quere receber o mesmo tratamento.
Infelizmente a Prefeitura de POA, muitas vezes, é condecendente com os maus vizinhos, então estou pedindo que me ajude nessa luta pela moralização do Bom FIm que é tradicional, composto de figuras ilutres de ilibidada reputação.
Andréa.
PS: quero receber o jornal Fala Bom Fim. Já faz tempo que não recebo.
Sou moradora do bairro Bom Fim aproximadamente 23 anos, atualmente eu e meu esposo moramos na Rua Sto. Antônio,818 ao lado da empresa de segurança Rudder, gortariamos de compartilhar a nossa indignação com relação ao corte de uma árvore que a SMAM realizou e não foi feita a substituiçã. A rua sto. Antônio é a rua do bairro que menos, ou melhor, literalmente não possui árvores, e para nossa infelicidade uma das poucas que existia foi totalmente destruida. Apelamos para que os responsáveis façam a reposição o mais rápido possível.
Atenciosamente
Edviges Salete Verus
Gostaria o que o jornal poderia fazer no sentido de restaura r os canteiros da Av. Osvaldo Aranha, já que tentei todos os meios possíveis e não obtive resposta
Ao cumprimentá-lo, vimos solicitar a colaboração desta Instituição para a divulgação do 9ºConcurso de Contos, promovido pela Biblioteca Leverdógil de Freitas. A coletânea resultante dos selecionados será publicada na Feira do Livro de Porto Alegre deste ano. Segue em anexo o Regulamento do Concurso, mais informações vide nosso site: “www.ipdae.org”.
Desde já agradecemos.
Solicito que a Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim consiga a instalação de sinaleira nas ruas Santo Antonio com a Oswaldo Aranha e que haja tempo na sinaleira da rua Garibaldi com a rua Irmão Otão para que os cidadãos possam atravessar sem serem atropelados.
Também gostaria de saber o endereço e telefone da Associação dos Amigos do bairro Bom Fim, bem como o nome do seu Presidente
Obrigada
Aproveito a oportunidade para informar:
Acontecerá no Brique da Redenção, organizada pelos artesãos da Feira de Artesanato do Bom Fim, a “25ª FEIRA DE NATAL DO BOM FIM – Feira de Artesanato e Integração dos Povos.”
O Evento transcorrerá de 20/12 a 23/12 das 17h às 22h e no dia 24/12 das 09h às 17h na av. José Bonifácio – Parque Farroupilha.
(Pretendemos que com palco localizado frente a rua Vieira de Castro, no parque, e de frente para a Feira).
Estes são alguns dos eventos artístico-culturais e folclóricos que transcorrerão no palco durante esses dias:
1- 05 (cinco) bandas, uma para cada dia do evento,
2- Três corais
3- A Etnia Guarani apresentará o show “A Rosa dos Ventos” com a
participação do Músico e pesquisador Tiago Demétrio
4- A Etnia Guarani ainda apresentará o grupo de meninos cantores KAAGUY MIRIM
5- 02 Grupos teatrais
Essas são algumas das atrações já confirmadas outras ainda estão sendo
agendadas.
Josife
“O projeto desta Feira de Natal, sem pretender ser suntuoso, objetiva propor nestes cinco dias de arte, cultura e folclore uma aproximação afetiva da comunidade, – que transita na tradicional “Feira do Brique”, como é conhecida em Porto Alegre e no Estado, em que circulam cerca de 50,000 (cinquenta mil) pessoas todos os finais de semana – , com a produção e cultura artesã do Estado que estará representada nesta “25ª Feira de Natal” por aproximadamente 160 (cento e sessenta) melhores artesãos do Rio Grande do Sul.
Compreendemos que a “25a Feira de Natal” é também uma data fechada e forte, significativa e representativa do quanto 1/4 de século, em sua dimensão histórica e cultural é também um “Fato Histórico” e como tal, se impõe na vida do portoalegrense. São 25 anos de trabalho artesão e de muitas alegrias compartilhadas com a comunidade não só do nosso município mas de todo Estado. De maneira que a dimensão dessa data pode ser explorada de várias formas publicitárias possíveis pelo mercado e apoiadores ou parceiros que contribuam para a realização com sucesso dessa 25a Feira de Natal.
Esperamos dimensionar na história de Porto Alegre a importancia, a relevancia da iniciativa desses artesãos que ao criarem essa feira tornaram-na referencia em qualidade de produção alternativa e de renda para a sobrevivencia de suas familias e defesa de alguns ideais relativos a importancia da produção manual e artesã, da reciclagem, reaproveitamente e reutilização de materiais para a produção de objetos, brinquedos, joias, semi joias, bijuterias, entre outros produtos que ganharam o bem querer da comunidade.
Ações e parcerias que otimizem o trabalho artesão, divulguem a sua importancia e valor tanto cultural quanto estético e funcional são extremamente significativas.”
Maestro Renato Borba
Certo da compreensão e contando com a tua parceira,
URGENTE!
Moradores do Bairro Bom Fim, Vasco da Gama, Joao telles, Fernandes Vieria, e imediaçoes…houveram estas duas emana já dois ARRASTÔES DE ASSALTOS! entarram nos predios em numero de aproximadamente 5 homens!
Voltaram a pegar outro predio, ontem ou anteontem, um predio apenas alguns metros do mesmo da semana passada do feriadão, renderam o porteiro e obrigaram os moradores a abrir as portas, levaram coisas de muito valor e dois carros!!! fiquem alertas, e cuidado os porteiros pois podem estar sendo ameaçados para entrar no JOGO e facilitar. E melhor buscar formas de segurança maior e URGENTE! sugiro ao JORNAL DO BAIRRO dar uma investigada e ajudar ae a chamar a atenção dos sindicos que muitos são pessoas de mais idade e nem se deram conta do perigo, o proximo predio pode ser o SEU!!!!
Bom dia!Como moradora da Rua Irmão José Otão tenho uma dúvida:O futuro empreendimento imobiliário”Confraria Bom Fim” nesta rua,entre João Telles e rua Santo Antonio preservará a vegetação existente no dito terreno?Lá existe uma árvore magnifica e também uma palmeira entre outras.Minha ´preocupação é como vão conciliar o imóvel e preservar a árvore que fica no centro do terreno?.Agradeço q uem possa me dar uma resposta “tranquilizadora”.
Beatriz
56ª FEIRA DO LIVRO (2010) = TEATRO INFANTIL GRATUITO
Solicito uma pequena nota anunciando este teatro infantil ENTRADA FRANCA, com mais de 20 fantasias. Como a apresentação será na próxima quarta-feira as 14h (conforme abaixo), contamos com sua ajuda neste TRABALHO VOLUNTÁRIO em relação a divulgação.
Desde já agradecemos.
PARTICIPANDO DA 56ª FEIRA DO LIVRO,
O GRUPO TEATRAL IMPROVISO
(Direção de Marineli ALFAMA Borba)
90% do elenco composto por funcionários dos CORREIOS de Porto Alegre (51) 3361.7569
Ao Fala Bom Fim
Sugiro uma matéria sobre o livro Fragmentos de Memórias organizado por Abraham Milgram(TIto). O livro está composto por vinte ensaios que retratam boa parte da história das famílias judaicas que vieram da Europa para o Brasil e seus filhos, que fundaram o Dror, atual Ichud Habonim, um movimento sionista/socialista que fundou o kibutz Bror Chail em Israel. Os ensaios contém os sonhos e os pesadelos dos jovens que foram e o que não foram para Israel. Mas é mais porque os textos estão repletos de judaísmo, socialismo, sionismo e já são 65 anos que este movimento tem participação ativa entre os jovens.
Abrão Slavutzky
Sugestão de pauta: uma análise sobre a vegetação das ruas Bom Fim e uma proposição de ajardinamanto para o bairro. Na minha opinião o Bom Fim poderia se tornar uma referênicia de jardins para a cidade. Onde existem jardins dificilmente haverá vandalismo e crime.
Milton, obrigado pelo comentário explicando as modificações no trânsito. Demorei um pouco para acessar novamente o site, mas agora vou repassar as informações que tu publicou para mais pessoas.
Caso essas modificações ocorram, será muito estranho entrar na João Telles pela Osvaldo Aranha. heheheh
Gostaria de registrar e deixar clara minha indignação e saber o porque da demora (isso vai para 1 ano acredito eu) que não ocorre a pintura da faixa de segurança na estação Pronto Socorro da Estação Pronto Socorro – transporte coletivo. Bem em frente ao Banrisul da Osvaldo Aranha, a faixa do corredor de ônibus foi retirada após serviço inacabado de recapeamento.
Ocorre que diariamente os ônibus atravessam e param sobre ela, ficando impossível de atravessar o corredor quando o sinal do pedestre esta verde.
Eder Ruschel
reclamação enviada para a SMOV e para a EPTC
Segundo o Correio do Povo de sábado dia 10/07/2010, as alterações ainda não estão totalmente definidas.
A previsão do início das obras de recuperação do Túnel da Conceição, no Centro da Capital, ainda neste ano, provoca alterações no entorno. Para viabilizar os serviços em duas das quatro faixas do túnel, será indispensável alterar o sentido de algumas ruas das proximidades, desafogando o fluxo de veículos na região. As mudanças integram o Plano de Manejo do Trânsito, execução pela EPTC e pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov). O anúncio oficial do início do projeto de recuperação será feito pelo prefeito José Fortunati.
Algumas adaptações são realizadas no canteiro central da avenida Osvaldo Aranha, principal caminho para quem se dirige ao Túnel da Conceição. Em frente à entrada da rua Santo Antônio os canteiros foram adaptados. Uma das possibilidades analisadas pela EPTC é trocar o sentido do fluxo do trânsito na rua. Agora, a Santo Antônio tem sentido único na direção da Osvaldo Aranha para a Independência. Obras similares estão em andamento no início da rua João Telles, que deverá mudar de sentido. A EPTC informa que as alterações foram realizadas, mas não há data para a alteração no fluxo do trânsito na região do bairro Bom Fim. As obras têm provocado interrupção provisória na Osvaldo Aranha. No local, foram colocados cavaletes indicando as mudanças nos canteiros.
O secretário municipal de Obras e Viação, Cássio Trogildo, explicou que o projeto para o início dos trabalhos está pronto, faltando apenas as adaptações no trânsito. “Pela importância e pelo impacto que provocará no trânsito e na região, estamos tendo cuidado para amenizar ao máximo os transtornos à população.”
A estimativa é de que passem pelo túnel 74 mil veículos diariamente. O secretário ressaltou que essa é uma das obras mais aguardadas da cidade. “É visível a necessidade de recuperar a estrutura do túnel, que está, desde a sua fundação, há 38 anos, sem nenhuma recuperação integral”, afirmou.
Pelo projeto, a expectativa é de que as obras tenham duração de dez meses. Uma das principais etapas será a recuperação da estrutura, evitando as infiltrações na parte de concreto, com a implantação de um sistema de drenagem e a desobstrução da rede pluvial. Será recuperado ainda o pavimento das vias e haverá o reforço das lajes superiores dos túneis.
Ao sair do papel, o projeto de obras no Túnel da Conceição terá vencido um longo processo de adiamentos e entraves burocráticos, que duram mais de dois anos. O investimento previsto para a conclusão da recuperação é de cerca de R$ 2,6 milhões, com recursos do governo municipal. Além das mudanças no sentido de algumas ruas, haverá ampla sinalização das novas rotas enquanto ocorrerem as obras. A ideia é garantir a fluidez ao trânsito, que costumeiramente já é complicado no local, em especial nos horários de pico.
Gostaria de perguntar a vocês o que acontecerá nos cruzamentos da Osvaldo Aranha com João Telles, Santo Antônio e Garibaldi. Parece que vão inverter o fluxo na Garibaldi e na Santo Antônio, o que é muito estranho, mas gostaria mesmo de saber o que vai acontecer com a João Telles, onde sou morador.
Se transformarem nossa rua em mão dupla, vai se tornar um caos. Acredito que vão simplesmente permitir a entrada do tráfego diretamente na Osvaldo, no sentido Ufrgs > HPS.
Sou morador do bairro e jamais pensei que o nosso Parque da Redenção, local de encontros entre amigos e de tanta Paz, fosse liberado quase todos os domingos das l0 às 20h para show musicais
” que deveriam proporcionar-nos muita alegria e satisfação”, estejam sendo efetuados sem o devido cuidado com a Lei do Silêncio. Deveria haver uma melhor fiscalização quanto ao volume em decibéis que são transmitidos pelos seus alto-falantes, pois os maiores prejudicados e atingidos são os pacientes do Pronto Socorro, as crianças e os idodos. Creio que é o momento de uma providência neste sentido! Sou um dos idosos que vem sofrendo com esta abusiva situação! Alfredo .
Pessoal,
com relação ao lixo da Rua Irmão José Otão, a questão é crônica de aducação/higiene e endoço as palavras da Cláudia.
Porém, aqui vai outro viés ao insolucionável problema: de onde vem aquele lixo todo? Meu Deus….seria dos respeitáveis prédios ao redor??
Parece que a classe média do Bom Fim se acostumou a jogar o seu lixo ou permitir que o seu zelador “jogue” o lixo 20 metros adiante. Parece uma cena da Idade Média quando a burguesia murava suas moradias para que a peste não entrasse, jogando seus dejetos metros adiante.
Moramos num bairro que causa vergonha. Mais sujo que o Sarandi, Iapi, Lami, Berta e Cidade Baixa.
Aqueles que combatiam as casa noturnas nos anos 80 e 90 e a gurizada punk deveriam se rebelar contra o lixo nas calçadas.
Venho sugerir matéria sobre a grande quantidade de lixo nas ruas do nosso bairro. Após vários contatos com os órgãos competentes, sem solução definitiva, tento junto a este jornal uma forma de despertar para o problema.
Quem passa pela Rua Irmão José Otão entre a Santo Antônio e João Telles se depara há algum tempo com grande concentração diária de lixo. No final do ano passo liguei para prefeitura na expectativa de solucionar o problema. Embora placas destacando a legislação que proíbe colocação de lixo no local, a prefeitura não tem serviço de fiscalização capaz de impedir os papeleiros de ali fazerem sua seleção, bem como identificar demais depositantes de lixo.
No mínimo duas vezes por mês telefono para o 156, onde sempre sou bem atendida, solicitando que o caminhão do lixo passe no mínimo três vezes por dia. Única alternativa sugerida pela própria prefeitura. Mas o serviço é bastante irregular e na maior parte das vezes ocorre apenas no único horário da noite.
O lixão cresce a cada dia. Com freqüência é visualizado cadeira, ventilador e até armário ali depositado. Quem deseja passar pela calçada tem apenas uma opção: cruzar no meio do lixo.
O lixo é grande responsável pela proliferação de animais transmissores de doenças e de alagamentos em época de chuva.
Fica aqui minha sugestão de matéria, ou melhor, minha esperança de um possível caminho ruma a melhorias.
Boa Tarde,
Gostaria de sugerir uma matéria sobre o lixo no nosso bairro. Na verdade venho buscar uma possível alternativa, já que não encontro nos órgãos competentes, para sanar o problema.
Quem passa pela Rua Irmão José Otão entre a Santo Antônio e João Telles se depara há algum tempo com grande concentração diária de lixo. No final do ano liguei para prefeitura na expectativa de solucionar o problema. Embora placas destacando a legislação que proíbe colocação de lixo no local, a prefeitura não tem serviço de fiscalização capaz de impedir os papeleiros de ali fazerem sua seleção, bem como identificar demais depositantes de lixo.
No mínimo duas vezes por mês telefono para o 156, onde sempre sou bem atendida, solicitando que o caminhão do lixo passe no mínimo três vezes por dia. Única alternativa sugerida pela própria atendente da prefeitura. Mas o serviço é bastante irregular e na maior parte das vezes ocorre apenas no único horário da noite. A quantidade de lixo e papeleiros cresce a cada dia, Não é raro encontrarmos cadeira, ventilador até armário ali depositados. Quem deseja utilizar a calçada tem apenas uma opção: transitar pelo lixão. O lixo é grande responsável pela proliferação de animais transmissores de doenças e de alagamentos em época de chuva.
Fica aqui minha sugestão de matéria, ou melhor, meu apelo. Abraço e obrigada pela atenção!
Cláudia Ballejo
Casa em obra que está abandonada na rua Tomas Flores tem varias latas com água parada da chuva.
Como proceder??? No ano passado o proprietario já foi informado por telefone e nada vez.
Obrigada
Obrigada pela escolha de nossa empresa para o Perfil Empresarial da edição de janeiro de 2010.
A matéria, apresentada de forma muito positiva e clara, teve excelente repercussão!
Muitos clientes e amigos da loja Aloe Vita manifestaram apoio e simpatia pela reportagem com a história da empresa, que completou 11 anos no último dia 21 de janeiro.
Obrigada e todo o sucesso para o Fala Bom Fim e sua equipe, Ane Mari Klein
saudações!
como moradora do bairro e assídua leitora deste jornal, solicito que seja realizada uma matéria sobre os moradores de rua que se instalaram no bairro. Justifico pelo fato de que os próprios moradores do bairro estimulam a dependência dessas pessoas, alimentando-as e fornecendo-lhes roupas. Tanto a Prefeitura quanto a ONG´s que tratam do assunto enfatizam que devem ser evitadas tais atitudes. No entanto, ao longo do tempo, notamos que em cada rua aumenta o número de pessoas em estado deplorável. Portanto, contamos com este jornal para uma campanha nesse sentido e que o bairro volte a ser um lugar onde se possa caminhar novamente pelas ruas sem tropeçar e ser tropeçado por indigentes.
Atenciosamente,
Ana Valéria
- Desrespeito ao cliente (Bradesco) –
Sou consorciado do Bradesco Consórcios, contemplado a mais de um ano e com 50% do consórcio quitado. Ao solicitar a aquisição de um terreno vazio (lote), tipo de imóvel previsto no contrato e confirmado pelo atendimento ao cliente, tive minha solicitação rejeitada porque “o terreno não possui energia elétrica”.
1. O contrato não possui essa exigência
2. Por ser um terreno vazio obviamente o mesmo não possui padrão de energia
3. O fornecimento de energia elétrica necessita apenas da solicitação à empresa responsável
Todos esses argumentos foram apresentados à administração do consórcio, inclusive através de um advogado do PROCON, mas nada adiantou o Bradesco simplesmente recusou-se a voltar atrás na decisão e não me entregam sequer a negativa por escrito.
Sinto me lesado e frustado com a atitude dessa empresa, pois além de perder o negócio e provavelmente o sinal tenho que engolir essa decisão arbitrária, sem um pingo de bom senso ou respeito aos desejos do cliente.
Deveriam mudar o slogan da campanha publicitária para: O negócio furou? Presença Bradesco!
O Gut-Goi me parece mito embasado na arte do Woody Allen. Seria interessante um goi comedy desvencilhar-se da psicanálise só para tentar algo diferente.
Gostaria de sugerir uma matéria a respeito do blog http://nossobomfim.blogspot.com, que se propõe a ser uma canal de
divulgação muito interessante para os eventos e notícias acerca do
bairro.
Ainda, gostaria de sugerir uma reportagem quanto à construção de uma loja
em um terreno baldio das esquinas da José Otão e Tomaz Flores, que se
iniciou há poucos dias e que promete, além de finalmente dar um recuo e
aumentar o espaço da calçada para os pedestres, possibilitar o fim de
acúmulo de lixo no local, finalmente!
Outras coisas que eu gostaria de sugerir que se escrevesse a respeito são
a inauguração do Psico Bar (na Barros Cassal) e do Basco Loco (na
Fernandes Vieira), assim como um questionamento à direção da Redenção
acerca do sumiço dos bancos que ladeavam o espelho d’água… foram para
manutenção? Para substituição por bancos da Pepsi? Ou simplesmente
alguém, sem ouvir a população, decidiu que eles eram desnecessários, e
retirou-os dali para sempre?
O SEMINÁRIO DISCUTE VIOLÊNCIAS SOCIAIS E SEUS REFLEXOS NA ESCOLA já divulgado foi transferido para os dias 5 e 6 de outubro, mantendo temáticas e horários. Favor atualizar. Mais informações: http://www.humanidades2007.ning.com e i.humanidades@gmail.com.
Prezado Editor do Jornal Fala Bom Fim:
Sou morador do bairro (rua Ramiro Barcelos 1892/01) e há muito acompanho a evolução do jornal.
Para o entendimento da visão que apresento sobre reportagem do jornal cabe relatar minha formação – Sociólogo, escritor e o único brasileiro com formação em “Planejamento Estratégico aplicado ao manejo do Meio Ambiente no Município” no país.
Reportagem: Campanha Propõe melhoria da iluminação no Bairro.
Citando o caso do Condomínio Madrigal (Totalmente errada).
A iniciativa da campanha merece respeito e é extremamente necessária e desde já me coloco a sua disposição, até mesmo sugerindo que a campanha mundial de combate a poluição luminosa seja de iniciativa (aqui em POA) de seu jornal.
A iluminação aberta e dispersiva como é o caso do Condomínio Madrigal vem sendo combatida em todo o mundo, pois acarreta um desperdício de até 30% de energia e a mesma porcentagem em economia (todos estão pagando essa conta principalmente à natureza). O mesmo direcionamento dos raios e ondas de luz agride os transeuntes com a luz direta nos olhos, podendo causar acidentes principalmente em idosos, crianças e quem usa óculos e lentes. No Caso até os carros que passam em velocidade pele Felipe Camarão (a luz branca ou fria como é chamada distorce as cores e causa o efeito da sobreposição de imagens entre ondas de luz e sombra ofuscando os olhos e dificultando a observação). Por várias vezes pensei em protestar formalmente contra o projeto de iluminação do Condomínio Madrigal.
A iluminação correta é com o foco direcionado para baixo, se possível com luz amarela, com o bojo de proteção ocupando no mínimo 50% do entorno da lâmpada. Evitando dessa forma que as ondas se dispersem para o espaço, causando a poluição luminosa. Desta forma, podem ser usadas lâmpadas de menor potencia que causam o mesmo efeito de iluminação a um custo 30% mais econômico. Somente no Reino Unido anualmente ocorre um desperdício de U$ 3,32 bilhões em função da iluminação errada. Tenho certeza que os condôminos do Madrigal gostarão de economizar esse valor que poderia ser usado em outras benfeitorias.
Estes fatores acusam a evolução e nível de conhecimento e informação de um povo. E o nosso bairro bem que poderia dar o exemplo de busca por segurança com o uso correto da iluminação. Estaremos não somente tornando nossas ruas mais charmosas e seguras como também demonstrar nossa preocupação com a poluição ambiental.
Bem que poderíamos começar essa campanha pelos condomínios e comércio do bairro!
Estou a tua disposição; forte abraço!
Assis Aymone 051 9982 6632.
MORADORES AMIGOS DESTE BAIRRO AMADO, EU MORAVA NO INTERIOR DO ESTADO, MEUS FILHOS JA COM IDADE DE FREQUENTAREM FACULDADE, ENTÃO VIM MORAR EM PORTO ALEGRE NO BAIRRO BOM FIM, ONDE ESTOU ATÉ O DIA DE HOJE. (MEU ASSUNTO É PARA FALAR DAS ARVORES DO NOSSO BAIRRO, QUE ESTÃO SENDO DESPREZADAS E MAL CUIDADAS, CALÇADAS ONDE TINHA UMA ARVORE
HOJE SO RESTA UM ESPAÇO ABERTO, OU PORQUE FOI CORTADA SEM O MENOR RESPEITO À NATUREZA. OUTROS ENORMES ESPAÇOS DE CALÇADA OCUPADAS POR GARAGÕES MESMO COM ESSE TIPO DE CONSTRUÇÃO, NÃO SERIA NECESSÁRIO QUE ARRANCASSEM SEM O MININO RESPEITO À NATUREZA.
PARA FINALIZAR, NA RUA IRMÃO OTÃO, ENTRE TOMAS FLORES E BARROS CASSAL, TEM PLANTADA UMA ARVORE DE PLATANO LINDA. FOI DADA A ELA UM LUGAR NA CALÇADA PELA SUA
FORMOSURA E TAMANHO (ATUALMANTE ESTA SEDO DEVORADA POR UMA PARAZITA QUE COM O TEMPO, ELA DEIXARÁ DE EXISTIR MESMO COM TODA SUA VITALIDADE. ASSIM TEM MUITAS NO BAIRRO
QUE DEVEM SER REMOVIDAS O QUANTO MAIS BREVE MELHOR, QUERO AGRADECER DE CORAÇÃO À TODOS DA EQUIPE DESTE JORNAL E ASSOCIAÇÃO DO BOM FIM.
para setor de tv jornal seguinte sobre nosso diretos ganho do servidores legislativo governador fica mandando em tudo nos estamos morrendo pior salario ja fizemo pesquisa sobre salarios servidores nos nao temo um reprezentante vamos fazer no prosximo ano assim melhorar nossa situacao nos tava tudo certo pra receber precatorio era parcela dividida mas governo comprou sentensa do dezembagador viro dois junto na sala nos vamos recorre porque sao dez anos de espera nao podmo joga fora essa vitoria peco enprensa nos ajuda certo tem ser pago direto lei vem de brasilia ministra agora vamos botar pra quebrar vamos pra greve pmdb so engana nao faz nada so coloca cargo parente setores no detran tem cargo de filho pai nepostimo aqui no tribunal de contas tem muitos bomba vai sair tem muitos servidores marisa sandra patricia fica aqui lar no tribunal cada fiscalizazao urgente agora estado nosso espirito santo saude esta morrendo varios pessoas cade verba sub secretario fica viajando com mulher tem cargo gastando dinheiro publico tomas providnsia ja ja mandamos pro jornal da grobo recorde um abraco fora pmdb fora dilma fora senador magno malta fica so viajando com sua banda de som um abraco estado espirito santo ta feio situacao deputados roubando engando tiodos pobres lideranca mas nao engana deus reporte comunitario de vitora
SEMINÁRIO DISCUTE VIOLÊNCIAS SOCIAIS E SEUS REFLEXOS NA ESCOLA
Evento aocorrerá em Porto Alegre, nos dias 6 e 7 de agosto
A partir de iniciativa conjunta do Instituto Humanidades, que desde 2007 promove os Seminários de Estudos ‘Ações protetivas frente a um cotidiano de violências’, e da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, acontece nos dias 6 e 7 de agosto, o Seminário Estadual de Interlocução – Violências Sociais e seus reflexos na Escola. A atividade, aberta a profissionais ligados à área da educação, pais, estudantes, pesquisadores e comunidade em geral, busca refletir sobre múltiplas violências sociais contemporâneas e em como elas se manifestam no ambiente escolar. Isso através de mesas temáticas, com a participação de antropólogos, psicólogos, pedagogos, profissionais do direito, sociólogos e autoridades.
Atividade de extensão universitária, tem o apoio do Centro Universitário IPA Metodista e da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembléia Legislativa gaúcha e dos Centros Sociais Maristas.
Tá explicado…
http://www.consumidorrs.com.br/rs2/inicial.php?case=2&idnot=19480
04/01/2012
Smic recebe veículos para atividades de fiscalização em Porto Alegre (isto é bom…, mas…….)
Doação é resultado de Termo de Ajustamento de Conduta firmado entre a Smic e o Walmart Brasil
A 26ª Feira de Natal do Bom Fim foi um grandioso sucesso tal qual o ano anterior, levando em consideração que é um evento que havia sido retirado do Calendário Oficial de Eventos da SMIC e da Prefeitura de Porto Alegre. Graças ao trabalho dos artesãos, de Renato Borba, Mario Pirata, Sandra Santos, Alexandre Brito, Ricardo Silvestrin, Gilberto Wallace Battilana , Pedro Marodin, Marcos Ungaretti, Calico (e me perdoem se me falha a memória, mas não menos especiais e importantes colaboradores) que ano ano passado fizeram um esforço sobre-humano para auxiliar a devolver este presente dos artesãos à população PortoAlegrense no ano passado, fazendo com que este ano o evento entrasse no Calendário de Eventos da SMIC (e assim esperamos que continue e não mais retirado). Conseguimos, graças ao esforço e paciência do Gilberto D’Avila , que praticamente sozinho carregou a Feira nas costas, organizar e fazer uma feira digna de méritos, organizada, tranquila, com clima de paz e integração (até Papail Noel dos artesãos tivemos!!!!! – e isto há anos não se via nesta feira e já é o segundo ano) sem luxo mas com muito requinte e qualidade de artesãos e seus produtos exclusivos e especiais. Estiveram lá presentes artesãos de Porto Alegre, Pelotas, Esteio e Novo Hamburgo. Este ano, pedimos ao Papai Noel que olhe por nós, artesãos, e que nos auxilie para que no próximo ano tenhamos o apoio instituicional da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social (FGTAS), entidade verdadeiramente representativa dos artesãos no Estado do Rio Grande do Sul no sentido da REAL VALORIZAÇÃO DO ARTESANATO GAÚCHO (o que nos faltou muito pouco este ano). Também pedimos ao bom velhinho que nos auxilie neste processo de integração e união entre os artesãos e as feiras finalmente aconteça, para que a FEIRA DO ARTESANATO DO BOM FIM possa voltar a ser exemplo de consolidação, qualidade, simplicidade, dignidade, honra e orgulho em ser ARTESÃO GAÚCHO, não pelo vender, vender, vender, mas pelo estar unido e integrado. Sim, uma verdadeira FAMÍLIA, digna de honras, glórias e méritos, principalmente, devolvendo seu nome às bancas.
Obrigado em especial, aos moradores do Bairro Bom Fim, moradores da Av.José Bonifácio, ao Colégio Militar e Porto Alegre (que nos incentiva com seu pioneirismo estudantil), ao Maomé (por sua divulgação) e ao Café do Brique (que acolhe algumas pessoas mais que especiais), aos taxistas no leva e trás dos artesãos e também na singela divulgação e reconhecimento do trabalho, e à todos que mais uma vez conclamados através do Jornal Fala Bom Fim que nos noticiou, nos atendenderam e abraçaram os artesãos, transformando esta Feira de Natal de maneira especial. Obrigado pelo carinho. É um grande caso de amor e cumplicidade entre os artesãos e o Bairro Bom Fim.
O que Porto Alegre se apaixonou na FEIRA DE ARTESANATO DO BOM FIM??? Simplicidade, carinho, dignidade, humildade… Agradecemos à todos por sua especial colaboração…
Que todos tenham um grandioso Natal repleto e luz e bençãos… Que a chama não se apague…
Marcos Josife
Artesão
Sugiro que ao inves de privatizar a redençao com estacionamentos para carros seja priorizado os espaços comerciais que ja tem estacionamento privado em grande quantidade a redençao deve ser preservada quanto carros pois vai aumentar vandalismo som alto,consumo de drogas e alcool comercio de ambulantes como ja esta acontecendo em sabado e domingos com enorme quantidade de flanelinas em volta dos carros na osvaldo aranha.
E isto, não é privatização do espço público? E uso indevido de um Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do Rio Grande do Sul?
http://briquedaredencao.com.br/brique/
Olha outro artista que foi “afastado” pela comissão do “Brique da Redenção”.
http://eldorado.governomunicipal.com.br/noticia/mostrar/id/10074
- Inst.nº 003/94 – Prefeitura Municipal de Porto Alegre – Secretaria Municipal da Producção, Indústria e Comércio: “Estabelece o Regulamento da “Feira de Artesanato do Bom Fim”, coordenada pela SMIC
- Governo do Estado do Rio Grande do Sul – Diário Oficial – Lei nº 12.344, de 26/10/2005, declara “Brique da Redenção”, antiquários e Feira de Artesanato do Bom Fim, declara como Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul
- Lei 6295 de 20/03/1978 – Prefeitura Municipal de Porto Alegre – Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio – institui o “Brique da Redenção” o antigo “Mercado das Pulgas”
- Lei nº 8193, de 22/03/83, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, institui a “Feira de Artesanato do Bom Fim” e regulamenta sua administração através da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio
- Lei 10376, 31/01/2008, institui a Licença Municipal para o exercício da “Arte Popular”
- Lei 7054, de 29/05/92, dispõe sobre a oficialização do “Brique da Redenção, Artenapraça e Feira de Artesanato do Bom Fim”
Agora, em vista de todas estas leis, normas e instruções (e há mais), como é que não estão “privatizando” o espaço público, se “Brique da Redenção” é o nome de uma “Feira de Antiguidades”, como é que pode ser “Marca Registrada”?. Se “Brique da Redenção” é “Patrimônio Cultural do Estado”, como é que pode ser “Marca Registrada”????
Digo isto em vista de que, as “bancas novas” da tal “revitalização” do “Brique da Redenção”, não compartimentam os espaços… O que quero dizer é que o “Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul” compreende quatro espaços, a saber: Brique da Redenção (possui uma das suas origens na loja “Ao Belchior”), gastronomia, ArteNaPraça, Feira de Artesanato do Bom Fim e não uma “Marca Registrada”. “Brique da Redenção” com o “errezinho” de marca registrada. Por isto estes tais “coordenadores” do espaço se “intitulam” e se “apropriam” cada vez mais do espaço. Isto não é privatizar????
A grande jogada destas pessoas que se intitualm “coordenadores” do tal “Brique da Redenção”, é que se “aproveitaram” de um “carinho” que a população PortoAlegrense estava dando ao espaço, transformaram em “Marca Registrada”, apoderando-se do nome de uma das mais importantes “Feiras de Antiquários da História Brasileira”, antes do Governo do Estado do Rio Grande do Sul oficializar o espaço como Patrimônio Cultural do Estado.
Foi ou não foi uma grande “sacada”??? Então, os antiquários foram enganados, os artesãos foram enganados, a população foi enganada…
A minha grande luta, pela tal “revitalização”, é que se começe pelo começo, ou seja, em cada uma das “novas bancas” retira-se o nome “Brique da Redenção” (com o “errezinho” de “marca registrada” e adiciona-se o nome oficial da feira ao qual determinado expositor pertence, ou seja, se é uma banca de artesão, ao invés de “Brique da Redenção, coloca-se “Feira de Artesanato do Bom Fim”, se é banca de Artista Plástico, coloca-se “ArteNaPraça”, se é banca de antiquário, coloca-se “Brique da Redenção (sem o “errezinho” de marca registrada). E
Os artesãos, artistas plásticos e antiquários e, principalmente a população, foi novamente “enganada” por pessoas que se intitualm “proprietárias” de uma “Marca Registrada” que não existe, e se existe, não é deles. Brique da Redenção é o nome oficial de uma das feiras (a dos antiquários), que estas pessoas se apoderam sem pedir licença. Estas mesmas pessoas se apoderam do “apelido carinhoso” que a população PortoAlegrense deu ao espaço José Bonifácio aos domingos.
Lembro que os 6 princípios que instituíram a “Feira de Artesanato do Bom Fim” são: família, arte, cultura, lazre, entretenimento e valorização do artesanato do artista e do antiquário. Hoje, o que se vê pela “marca registrada” “Brique da Redenção” é única e exclusivamente “comercialização”.
Com o passar dos últimos 10 a 15 anos, os cinco principais princípios da “Feira de Artesanato do Bom Fim” vêm sendo retirados gradativamente, ficando o espaço sendo utilizado somente para comercialização. Mas o que Porto Alegre realmente se apaixonou e o que faz a população gostar tanto do espaço?
Carinho e cuidado. Apresentações de arte popular, cultura popular. A população portoalegrense ama o espaço “Brique da Redenção” (sem o “errezinho” de marca registrada), porque é um espaço primordialmente “família”, que costuma ter “arte” na rua e na praça, diversificação e democratização cultural (artistas de todas as tribos), troca de sorrisos e “bom dia”, lazer e prazer de estar em convivência com o próximo, e o entretenimento, passar o tempo em família, com a família… Brincar com os filhos na praça, caminhar pela av.José Bonifácio…
E se algo agradar, agraciar o artesão, artista ou antiquário com sua presenã em seu estande. E levar algo para casa, algo produzido com carinho, com a alma e que fez ou fará a história da sua vida.
Isto sim é “Brique da Redenção” (sem o “errezinho” de Marca Registrada). FAMÍLIA, ARTE, CULTURA, LAZER, ENTRETENIMENTO E VALORIZAÇÃO COMERCIAL. Foi por isto que Porto Alegre se apaixonou.
Agora, da maneira que está exposto: com dois pórticos aéreos (privatização do espaço público acima dos 4 metros de altura), com bancas informando “Brique da Redenção” como “Marca Registrada”… Não é privatizar o espaço público????????
Artesãos, artistas e antiquários, vocês estão sendo enganados e enganando a população… Muito cuidado, porque a população demonstra o seu não gostar pelas não compras….
“Brique da Redenção” é o nome oficial de uma das principais feiras de antiquários do Brasil. E o complexo “Brique da Redenção” foi “carimbado” como “Patrimônio Cultural do Estado do Rio Grande do Sul”. Este carimbo inclui “Brique da Redenção, ArteNaPraça e Feira de Artesanato do Bom Fim”.
Revitalização, significa ordenar as coisas. Significa colocar as coisas no seu devido lugar.
Marcos Josife Kwitko de Medeiros
Fiquei orgulhoso ao ler sobre os bares da cidade baixa em especial do Juvas Bar, da André da Rocha. Caso queiram ver fotos antigas do bar entrem em contato. juvasvinhos@pop.com.br
Oi Marcos. Gostaria de saber por quem é composta a “Comissão do Brique da Redenção”, os nomes dos artesãos que a compõem. Obrigada.
Observem agora, o que a tal de comissão “tirou” da redenção….
http://www.cultura.rs.gov.br/v2/2011/07/mini-teatro-movel-com-show-de-marcos-ungaretti-na-travessa-dos-cataventos/
Parabéns pela iniciativa e coragem de divulgar a questão indígena e solicitar apoio à população e as entidades federativas. O que deveria ter sido feito pelos artesãos e não foi. Sugiro verificar a existência de alguma entidade que auxilie na questão da “Valorização da Arte Indígena”, apoio do Governo do Estado através da Secr.de Cultura (por causa das questões históricas relacionadas à etnias Guaranis, Charruas e Kaigangs) e Conselho Tutelar (quem sabe uma tenda no “Brique da Redenção” para orientações à população) e ainda um ou dois antropólogos para facilitar o diálogo com os indígenas e, é claro, a participação mais que fundamental da FUNAI. Que tal criar um “NOVO ESPAÇO DE VALORIZAÇÃO DA ARTE INDÍGENA NA FEIRA DE ARTESANATO DO BOM FIM”? Neste espaço, somente bancas de indígenas-artesãos-artistas. É uma forma de valorizar a cidadania, a história, a arte e de salvaguardar a cultura indígena dos usos/abusos brancosXindígenas.
Em especial, com relação ao Rafael Caroni, nós que somos artesãos e fazemos parte da FAMÍLIA “Feira de Artesanato do Bom Fim” e cidadãos sentimo-nos sensibilizados pelo carinho com que Dna.Lourdes e família o cercam. E é com esse imenso carinho que dispenso um respeitoso “Vamos lá Rafael, cara, tu vai conseguir meu irmão…” (para quem não sabe, Rafael era surfista). Eu não consigo passar por ele sem dar um “aperto de mão”. Este cara vale-ouro. É um dos caras mais lutadores que conheci. Com tantos sonhos… Mas não há vencedores que não tenham sonhado… Nós te amamos Rafael.
ASSALTEM-ME
Ao que parece temos em nossas costas uma placa que traz a inscrição… Assaltem-me.
Como não bastasse sermos e termos nossos direitos violados e desrespeitados nos mais variados veios constitucionais, agora somos obrigados a arcar com os prejuízos causados pelos assaltantes, banqueiros e a justiça.
Os assaltantes por arrombar os caixas eletrônicos, os banqueiros por não assumirem suas culpas por mancharem, de vermelho, as notas roubadas e a justiça por cruzarem os braços diante de uma medida cautelar, no mínimo, que nos isente como vítimas, isoladas, que nos tornamos.
O melhor de tudo é que com isso – literalmente – nos tornamos, todos, clientes preferências e palhaços, pois, ficamos com tais status como preferidos no papel de vítimas contumazes e pintados como as notas roubadas, pintados de palhaços de um circo chamado Brasil.
Continuo esperando resposta sobre a questão das obras que os canteiros da Av. Osvaldo Aranha necessitam. Como proceder?
Obrigado
Aguardo resposta
Não dá para acreditar, a comissão da Feira de Artesanato do Bom Fim (vulgo Brique da Redenção) quer comandar também o espaço público da rua (que é fechada). Digo isto, porque temos um grande baterista, Péter, que tem voluntariamente realizando atividades com musicais com crianças (de rua, indígenas e população em geral) foi hoje importunado pelo pessoal que se diz da coordenação da feira.Dizendo que ele deveria parar ou virar a bateria para outro lado, porque havia artesãos reclamando do “barulho”.Agora, vê se pode, o cara se deu o dezprazer de ir importunar um grande artista que está realizando uma grande atividade musical. Buscando atividades culturais com crianças de rua, auxiliando para que o processo de utilização de drogas em torno do parque não chegue às nossas crianças.Agora, veja só, quem sem apresentou como coordenador do “Brique da Redenção” é na realidade um dos representantes da comissão da Feira de Artesanato do Bom Fim. Pelo que eu saiba, a administração de parques e rodovias não fica a cargo de uma comissão de artesãos, muito menos a administração de um Patrimônio Cultural.A administração do Patrimônio Cultural Imaterial Estadual fica a cargo da Secretaria de Cultura do Estado
e a comissão desta feira nada têm a ver com isto. ALÔ SECRETARIA DE
CULTURA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL!!!!!!!!!Até quando vocês vão deixar a população à mercê de
pessoas que sequer vão cumprimentar uma cacique Pataxó que estava em
viagem e que sequer foram cumprimentar um grande artista circence da
Patagôni (Argentina) que lá estiveram no dia de hoje.Até quendo vocês vão deixar que um patrimônio cultural imaterial estadual seja “supostamente” administrado e coordenado por qeum não tem nada a ver com este processo, ao contrário, foram estas pessoas que fizeram tantas para afastar grandes artistas de lá…Entre eles: Marcos Ungaretti, Calico, Mário Pirata, e agora, uma artista portuguesa que passou por lá, ninguém foi cumprimentá-la, nem mesmo deram as boas vindas… Até quando deixar as questões indígenas que lá acontecem nas mãos de quem não conhece e não têm o interesse de valorizar a arte indígena…..Até quando?!!!!?!?!?!?!?!Além do mais, ameaçaram este grande baterista de solicitar à tal da SMIC que venha retirá-lo. Nem conhecimento de qual a entidade deve ser chamada para cuidar do caso sabem… DEVO LEMBRAR, há a Lei Federal de Incentivo à Cultura e também a Lei do Artista de Rua… O que têm a ver a SMIC com a manifestação popular artística….Outra coisa, porque vêm importunar um “pequeno baterista” que faz pouco barulho se especialmente no dia de hoje tínhamos: Palco Giratório do SESC (com caixas de som de grande potência), teatro de bonecos (com duas caixas de som) e também tínhamos presentes a Banda Marcial Juliana (Colégio Júlio de Castilhos)…O que é isso??? Eu é que pergunto. É exatamente por causa de manifestações populares que o “tal” do “Brique da Redenção” ficou conhecido no mundo inteiro e sabemos disto… Até quando deixar esta tal de comissão fazer o trabalho que não pertence à eles??????Pedimos ajuda à todas para que este processo de manifestação popular possa ser restabelecido e a ordem das coisas possa ser restaurada. Se possível, divulgação na mídia (impressa ou não) e a exigência da participação do poder público nestas atividades, principalmente, a Secretaria de Cultura, Turismo e Educação.Acho que me coloquei mal, gostaríamos sim da participação do poder público, não como exigência, mas no sentido de orientação em como cuidar e auxiliar para que o processo de manifestação da arte e cultura popular possa ser livremente defendido em um espaço que é, desde 1995, considerado como Patrimônio Cultural Estadual…Sei que o Memorial do Estado do Rio Grande do Sul têm realizado atividades sobre patrimônios e também sobre a valorização da arte indígena. Gostaríamos de aprender como fazer este trabalho adequadamente para que a manifestação popular se sobressaia.Estamos fazendo um trabalho voluntário, onde todos aparecem e ninguém quer aparecer mais do que outros. Não queremos mandar no espaço, mas pedir colaboração para que os artistas possam manifestar suas ativides livremente em um espaço que É PATRIMÔNIO CULTURAL DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL…Lembre que, eu venho lutando para que a arte, a cultura, o lazer e o entretenimento possam ser restabelecidos à população portoalegrense e depois pelo artesão. Este é o verdadeiro sentido da Feira de Artesanato do Bom Fim…Isto nada têm a ver com questões partidárias e/ou políticas… Isto têm a ver com a valorização da manifestação popular… isto têm a ver com a manifestação artística… isto têm a ver com lazer e prazer de curtir bons momentos com sua família… não apenas frequentar o espaço por causa de uma feira, mas frequentá-lo, por não saber que atividades teremos hoje… surpresas culturais…é disto que eu falo… amor à arte… amor à cultura… amor à população portoalegrense…Outra, na visão da tal da SMIC e de alguns artesãos eu sou o que chamam de “artesão problema”, porque eu brigo, discuto e principalmente, rebato à atitudes inconstituscionais que estão sendo “impostas” aos artesãos, aos artistas e, principalmente, à população portoalegrense, através de pequenos grupos que se intitulam “donos da rua”.na verdade, é porque eu “não coloco o rabinho no meio das pernas” aos mandos e desmandos de pessoas que fizeram de tudo para “apagar” uma das maiores histórias da cultura portoalegrense. A história de dois grandes líderes, que imaginaram o funcionamento da feira. Eles são Paulo e Berenice… os verdadeiros e grandes líderes da Feira de Artesanato do Bom Fim…Se ser artesão problema é brigar pela valorização de arte, cultura, lazer , entretenimento, arte indígena, artistas, músicos, poetas… então eu sou um artesão problema… e serei mais ainda, porque esta briga está apenas no começo…Um detalhe muito importante, se acreditam que banca bonita vai revitalizar a feira… este é um grande erro…o segredo da feira é a simplicidade e humildade, é a arte e a cultura, e o belo e o feio, é o artista e sua obra…isto este pessoal não tem…e eles fizeram de tudo para apagar a história do artesanato gaúcho… agora, para revitalizar… é um trabalho maior…o que revitaliza é a valorização do trabalho artesanal, não a banca… o que revitaliza é a valorização da cultura e arte indígena, não a briga nos tribunais pela não utilização do espaço por indígenas, o que revitaliza é uma comissão presente às atividades em seu redor, e não uma que coloca extensor em sua banca para não ser roubado…o que revitaliza é o apoio da Brigada levando o Proerd às praças… o que revitaliza é a manifestação de bandas marciais, o que revitaliza é o teatro, a poesia… enfim… REAL VALORIZAÇÃO DA ARTE, CULTURA, LAZER E ENTRETENIMENTO e só depois o artesão…Sei que tem pessoas importantes que observam as manifestações do facebook e que estas pessoas estão na esfera do poder público municipal… espero que façam algo para que não se perca uma grande parte da cultura portoalegrense e gaúcha… através das secretarias de cultura, turismo e educação, não através da smic…se fizerem através da smic será um grande erro e uma grande perda…e por favor, façam isto através de convocação de assembléias das entidades envolvidas, não através das comissões que atuamente “coordenam” mas não representam, que atualmente tem realizado papel opressor junto aos artistas e aos artesãos…Marcos Josife Blauth as convocações precisam ser realizadas diretamente nas feiras de artesanato… procurem ouvir os artesãos de porto alegre, não somente de uma feira…. experimentem ouvir os artesãos do estado… terão uma belíssima e agradável surpresa e grandes histórias de artesãos que fizeram tanto ou mais que alguns outros que se intitulam “fundadores”.espero que finalmente tenham compreendido o que quero dizer… estou à disposição para melhor explicar e dialogar, se desejarem, desde que a verdade a ser utilizada não seja única… e sim compartilhada entre as diversas partes…não estou à disposição para questões partidárias e políticas… este é o papel dos políticos… não meu…e quando entrem em contato comigo, por favor, se fizerem isto, estejam prontos a ouvir, não histórias, mas soluções… para algumas das principais questões que têm havido entre as feiras e entre as comissões…para que os objetivos sejam alcançados, só precisamos de um pouco de boa vontade e de valorização da história da cultura artesnal portoalegrense e gaúcha… é fácil de resolver… basta um pouco de humildade entre as partes…a propósito, porque não há representantes da Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social nas triagens???? Afinal, são eles que assinam a carteira de artesão.segundo informações, as comissões simplesmente “pararam” de chamar a FGTAS para as comissões de triagem para poder “passar” seu pessoal na triagem… e agora???? como resolver???? destituição de uma comissão ou voltar a trabalhar e aceitar opiniões de quem assina tua carteira de artesão???por isso é que eu digo que estão “privatizando”. Agora me compreenderam???
Agora querem “brecar” o espaço cultural… era só o que faltava… e a democracia… querem privar um artista de levar arte musical à crianças?!?!?!?!
gostaria que este importante jornal pressionasse a smam para que plante mais árvores nas ruas fernandes vieira,felipe camarão,vasco da gama,osvaldo aranha pois muitas árvores foram cortadas sem replantio e os canteiros permanecem,ainda árvores plantadas na jose bonifacio e osvaldo aranha estão morrendo e recem foram plantas.
Pela segunda vez, infelizmente, as classes proprietárias de uma marca/patente tentam invadir o espaço aberto e alternativo construído por uma classe de artesãos que são artistas que trabalham em prol da comunidade para auxiliar no processo de democratização da cultura e arte. A associação (que se diz representativa) sequer consultou as bases em assembléia o que nos permite impugnar esta assinatura que mais uma vez vai “prender” o artesão e permitir que uma classe proprietária “determine” os rumos de uma feira que nasceu com espírito de classe e democracia ampla. Os artesãos foram pegos de surpresa e não foram comunicados. Vale lembrar que, em lei, o nome da feira é “Feira de Artesanato do Bom Fim” e que “Brique da Redenção” diz respeito aos antiquários. Então, a associação que se diz representativa dos artesãos se diz também representativa do Brique da Redenção e, então, qual é a verdade? O quê e quem esta associação representa? Qual é o papel fundamental de uma associação? Ser braço político representativo do governo perante os artesãos ou a associação deve ser representativa referente e inerente aos artesãos perante o poder público? Porque comunidade (o público frequentador) não foi consultado???? Por que os artesãos, mesmo convidados não foram convidadados? A saber, segundo a comissão do então “Brique da Redenção”, artesãos “convidados” não “tem” que saber do seu estatuto, mas o seu estatuto é um documento público!!!!!! Por quê esconder??? Algo têm??? Por quê a Fundação Gaúcha do Trabalho e Ação Social não está envolvida? Por quê a Casa do Artesão não está envolvida??? Por quê os artesãos não foram consultados??? Ahhhh. tá… é claro, existe um interesse político acima disto. Vale lembrar que a alma do artesão e artista não têm partido e muito menos faz alianças que possuem cunho partidário ………… Felizmente, a alma do artesão NÃO ESTÁ À VENDA. E é claro que isto será inpugnado pelo Ministério Público Federal, se houver questionamento democrático…. Mais uma coisa, divergências polítcas não são motivos para não permitir que um artesão possa participar e “passar” em uma triagem já que seu trabalho, segundo artesãos e público, possui qualidade e competência técnica e habilidade artesanal, já que venho trabalhando há mais de três anos como artesão e, exponho, atualmente no box 119 do “Brique de Sábado” e, por enquanto e com vergonha ao que têm se passado na feira, exponho como “convidado” no então chamado “Brique da Redenção”, que em sua alma e por respeito, ainda exponho e trabalho em nome da “Feira de Artesanato do Bom Fim” que , em lei, é o seu verdadeiro nome, já que esta feira nasceu, junto com 15 artesãos e pessoas envolvidadas com arte e cultura no etsado do Rio Grande do Sul . É possível solicitar vistas ao documento, fazer uma análise técnica e observar que tipo de entendimento pode ser instituído antes da assinatura do contrato? E, quem sabe, solicitar adiamento da assinatura do contrato segundo princípios da democracia estabelecidos na Constituição Federal.
Marcos Josife Kwitko de Medeiros
FGTAS: 65535
Festa dos Bixos na Hebraica -2/4/11
Não é mais possível aguentar os problemas das festas da sociedade hebraica da rua João Telles… uma pena qu o bom senso não seja o prevalente e que as festas de grande porte não fossem mais realizadas, visto todos os incômodos que ja causaram para a comunidade que reside, principalmente na rua João Telles.
Para quem não sabe dos acontecimentos desse sábado, repetem-se as cenas de tumulto, gritaria, bebedeira, filas de táxis e carros buzinando pela madrugada, achacadores, venda de drogas, até churrasquinho tinha, mas o pior estava por vir, NOVAMENTE uma briga horrível as 4 e meia da manhã, barulhos de coisas quebradas que até pareciam tiros, sirenes dos carros da brigada chegando e os moradores nas suas janelas atônitos com o que ocorria, sem acreditar no que estava acontecendo…
iNFELIZMENTE a Hebraica NAO TEM COMO receber este tipo de festa, são quase crianças andando pela rua, bebendo, brigando, fico me colocando no lugar dos pais (e penso que bom que meu filho é pequeno ainda) que também estavam apavorados buscando seus filhos e tentando dar ré na rua para fugir do tumulto que ocorria , eu nunca mais traria meu filho num local como esse. A SOCIEDADE NÃO TEM ESTRUTURA para abarcar um evendo desse porte, ainda mais associado a festa Balonê no mesmo dia no Ocidente, é inviável. POR FAVOR PENSEM NA COMUNIDADE E NOS TRANSTORNOS QUE ESSE TIPO DE FESTA CAUSAM PARA NÓS… Torço que não se espere que aconteça uma TRAGÉDIA para que seja tomada uma providencia!!!!!
Atenciosamente, Fabiana de Oliveira
residente na rua João Telles
professora universitária
Prezada Rosimara,
Como já adiantamos, a partir de junho de 2011 todo o processo de coleta do lixo, no bairro, deverá ser alterado e mecanizado com a instalação de conteineres a cada 100 mts.
Nosso jornal de cada dia
Apesar de 2011 e de tempos antes e depois de Bill Gates, ainda podemos desfrutar das “nossas” noticias, de um tempo de ruas e vizinhos conhecidos, de recados nos portões e brincadeira na calçada. Manter os jornais de bairros rejuvensce, relembra, fortalece a lembrança de um modo de viver mais feliz.
Que as noticias mais importantes sejam as nossas! Vamos ler mais as nossas idéias e considerar com carinho nossos jornais de bairros.
Sugiro uma campanha forte referente o acondicionamento do lixo em LIXEIRAS ate o recolhimento pela prefeitura. As ruas do bairro estão muito sujas de lixo, os moradores (de predios comerciais e residenciais) depositam o lixo na calcada para ser recohido pela prefeitura. A maioria dos predios não tem lixeiras apropriadas para este fim. Precisamos mudar este cenario.
Somos uma ong que trabalha pelo respeito e valorização da vida animal.
Realizamos campanhas para castração de cães e gatos e gostaríamos
de ter o apoio deste jornal na divulgação.Trabalhamos aos domingos no Brique
Castrar é um ato de amor !
Castre cães e gatos a preços acessíveis
Ajude a diminuir a superpopulação, o abandono e sofrimento de cães e gatos.
Castre seu animal. Apadrinhe um animal carente castrando cães e gatos de pessoas
que não tem condições de pagar uma cirurgia ou animais de rua.
Núcleo de Esterilização – Gatos&Amigos
informações: 9962-8703 ou gatoseamigos@terra.com.br
http://www.gatoseamigos.org
Contamos como apoio!
Abs
Denize Furtado
Prezada Leitora !
Estaremos encaminhando, o mais breve possível, a sua demanda (via Fala Bom Fim) para a SMIC e Saúde Municipal. Também vamos seguir observando o local para eventual materia em edição futura.
Estou muito insatisfeita com o nosso bairro Bom Fim, mais precisamente com a Rua Barros Cassal na frente da tradicional e bela Sinagoga. Foi instalado recentemente em uma casa velha, nº 745/747 (que não tem estrutura nenhuma, inclusive já pegou fogo) um verdeiro frigorífico (só falta o matadouro) que gera poluição sonora 24 horas por dia, ininterruptamente, transtornando não só os moradores que residem ao lado, como também quem passa e trabalha ao redor diariamente. Além disso, exala cheiro podre que lembra sangue coagulado. Estou passando um verdadeiro horror! Não posso usar vários cômodos do meu apartamento, como a sala, e inclusive o meu quarto. O meu direito à propriedade e dignidade como pessoa humana estão sendo feridos.
Esse tipo de atividade não pode ser instalada no nosso bairro, é um absurdo!! É rebaixar o Bom Fim para 5º categoria. Li no plano diretor que o bairro Bom Fim é classificado como zona mista 2, e, portanto, não poderia ter frigorífico (conforme lista de atividades do PDDUA). Cabe ressaltar, ainda, que descobri que tal estabelecimento está em condição de total irregularidade junto a SMIC/POA . Será qual é a origem das carnes, já que as transportam em veículos não refrigerados (inclusive já flagrei o uso desses carros para transporte de material de construção).
Estou escrevendo este manifesto para que a comunidade se una para fazer valer a Lei concretamente contra essa arbitrariedade, expulsando esse tipo de atividade no nosso bairro, que prejudica moradores que sempre pagaram seus impostos e sempre se preocuparam em fazer o melhor pelo bairro.
A minha família mora a muitos anos nesse bairro, na rua barros cassal desde 1961, sem contar os anos que residiu na Rua Tomas Flores, e nesse tempo sempre respeitou os demais moradores, não os importunando. Então eu quere receber o mesmo tratamento.
Infelizmente a Prefeitura de POA, muitas vezes, é condecendente com os maus vizinhos, então estou pedindo que me ajude nessa luta pela moralização do Bom FIm que é tradicional, composto de figuras ilutres de ilibidada reputação.
Andréa.
PS: quero receber o jornal Fala Bom Fim. Já faz tempo que não recebo.
Sou moradora do bairro Bom Fim aproximadamente 23 anos, atualmente eu e meu esposo moramos na Rua Sto. Antônio,818 ao lado da empresa de segurança Rudder, gortariamos de compartilhar a nossa indignação com relação ao corte de uma árvore que a SMAM realizou e não foi feita a substituiçã. A rua sto. Antônio é a rua do bairro que menos, ou melhor, literalmente não possui árvores, e para nossa infelicidade uma das poucas que existia foi totalmente destruida. Apelamos para que os responsáveis façam a reposição o mais rápido possível.
Atenciosamente
Edviges Salete Verus
Gostaria o que o jornal poderia fazer no sentido de restaura r os canteiros da Av. Osvaldo Aranha, já que tentei todos os meios possíveis e não obtive resposta
Prezados,
Ao cumprimentá-lo, vimos solicitar a colaboração desta Instituição para a divulgação do 9ºConcurso de Contos, promovido pela Biblioteca Leverdógil de Freitas. A coletânea resultante dos selecionados será publicada na Feira do Livro de Porto Alegre deste ano. Segue em anexo o Regulamento do Concurso, mais informações vide nosso site: “www.ipdae.org”.
Desde já agradecemos.
Fraternalmente,
Fátima Flores
Diretora IPDAE/(51)33363713
Solicito que a Associação dos Amigos do Bairro Bom Fim consiga a instalação de sinaleira nas ruas Santo Antonio com a Oswaldo Aranha e que haja tempo na sinaleira da rua Garibaldi com a rua Irmão Otão para que os cidadãos possam atravessar sem serem atropelados.
Também gostaria de saber o endereço e telefone da Associação dos Amigos do bairro Bom Fim, bem como o nome do seu Presidente
Obrigada
Aproveito a oportunidade para informar:
Acontecerá no Brique da Redenção, organizada pelos artesãos da Feira de Artesanato do Bom Fim, a “25ª FEIRA DE NATAL DO BOM FIM – Feira de Artesanato e Integração dos Povos.”
O Evento transcorrerá de 20/12 a 23/12 das 17h às 22h e no dia 24/12 das 09h às 17h na av. José Bonifácio – Parque Farroupilha.
(Pretendemos que com palco localizado frente a rua Vieira de Castro, no parque, e de frente para a Feira).
Estes são alguns dos eventos artístico-culturais e folclóricos que transcorrerão no palco durante esses dias:
1- 05 (cinco) bandas, uma para cada dia do evento,
2- Três corais
3- A Etnia Guarani apresentará o show “A Rosa dos Ventos” com a
participação do Músico e pesquisador Tiago Demétrio
4- A Etnia Guarani ainda apresentará o grupo de meninos cantores KAAGUY MIRIM
5- 02 Grupos teatrais
Essas são algumas das atrações já confirmadas outras ainda estão sendo
agendadas.
Josife
“O projeto desta Feira de Natal, sem pretender ser suntuoso, objetiva propor nestes cinco dias de arte, cultura e folclore uma aproximação afetiva da comunidade, – que transita na tradicional “Feira do Brique”, como é conhecida em Porto Alegre e no Estado, em que circulam cerca de 50,000 (cinquenta mil) pessoas todos os finais de semana – , com a produção e cultura artesã do Estado que estará representada nesta “25ª Feira de Natal” por aproximadamente 160 (cento e sessenta) melhores artesãos do Rio Grande do Sul.
Compreendemos que a “25a Feira de Natal” é também uma data fechada e forte, significativa e representativa do quanto 1/4 de século, em sua dimensão histórica e cultural é também um “Fato Histórico” e como tal, se impõe na vida do portoalegrense. São 25 anos de trabalho artesão e de muitas alegrias compartilhadas com a comunidade não só do nosso município mas de todo Estado. De maneira que a dimensão dessa data pode ser explorada de várias formas publicitárias possíveis pelo mercado e apoiadores ou parceiros que contribuam para a realização com sucesso dessa 25a Feira de Natal.
Esperamos dimensionar na história de Porto Alegre a importancia, a relevancia da iniciativa desses artesãos que ao criarem essa feira tornaram-na referencia em qualidade de produção alternativa e de renda para a sobrevivencia de suas familias e defesa de alguns ideais relativos a importancia da produção manual e artesã, da reciclagem, reaproveitamente e reutilização de materiais para a produção de objetos, brinquedos, joias, semi joias, bijuterias, entre outros produtos que ganharam o bem querer da comunidade.
Ações e parcerias que otimizem o trabalho artesão, divulguem a sua importancia e valor tanto cultural quanto estético e funcional são extremamente significativas.”
Maestro Renato Borba
Certo da compreensão e contando com a tua parceira,
Josife
URGENTE!
Moradores do Bairro Bom Fim, Vasco da Gama, Joao telles, Fernandes Vieria, e imediaçoes…houveram estas duas emana já dois ARRASTÔES DE ASSALTOS! entarram nos predios em numero de aproximadamente 5 homens!
Voltaram a pegar outro predio, ontem ou anteontem, um predio apenas alguns metros do mesmo da semana passada do feriadão, renderam o porteiro e obrigaram os moradores a abrir as portas, levaram coisas de muito valor e dois carros!!! fiquem alertas, e cuidado os porteiros pois podem estar sendo ameaçados para entrar no JOGO e facilitar. E melhor buscar formas de segurança maior e URGENTE! sugiro ao JORNAL DO BAIRRO dar uma investigada e ajudar ae a chamar a atenção dos sindicos que muitos são pessoas de mais idade e nem se deram conta do perigo, o proximo predio pode ser o SEU!!!!
Bom dia!Como moradora da Rua Irmão José Otão tenho uma dúvida:O futuro empreendimento imobiliário”Confraria Bom Fim” nesta rua,entre João Telles e rua Santo Antonio preservará a vegetação existente no dito terreno?Lá existe uma árvore magnifica e também uma palmeira entre outras.Minha ´preocupação é como vão conciliar o imóvel e preservar a árvore que fica no centro do terreno?.Agradeço q uem possa me dar uma resposta “tranquilizadora”.
Beatriz
Caros amigos Redatores:
56ª FEIRA DO LIVRO (2010) = TEATRO INFANTIL GRATUITO
Solicito uma pequena nota anunciando este teatro infantil ENTRADA FRANCA, com mais de 20 fantasias. Como a apresentação será na próxima quarta-feira as 14h (conforme abaixo), contamos com sua ajuda neste TRABALHO VOLUNTÁRIO em relação a divulgação.
Desde já agradecemos.
PARTICIPANDO DA 56ª FEIRA DO LIVRO,
O GRUPO TEATRAL IMPROVISO
(Direção de Marineli ALFAMA Borba)
90% do elenco composto por funcionários dos CORREIOS de Porto Alegre (51) 3361.7569
Apresenta a peça infantil:
“O ANIVERSÁRIO DA BRUXA MORGANA”
quarta-feira dia 10 nov 2010 às 14h
No TEATRO do CAIS DO PORTO – Portão 2
(Mesma entrada para o BARCO CISNE BRANCO)
ENTRADA FRANCA
Ao Fala Bom Fim
Sugiro uma matéria sobre o livro Fragmentos de Memórias organizado por Abraham Milgram(TIto). O livro está composto por vinte ensaios que retratam boa parte da história das famílias judaicas que vieram da Europa para o Brasil e seus filhos, que fundaram o Dror, atual Ichud Habonim, um movimento sionista/socialista que fundou o kibutz Bror Chail em Israel. Os ensaios contém os sonhos e os pesadelos dos jovens que foram e o que não foram para Israel. Mas é mais porque os textos estão repletos de judaísmo, socialismo, sionismo e já são 65 anos que este movimento tem participação ativa entre os jovens.
Abrão Slavutzky
Sugestão de pauta: uma análise sobre a vegetação das ruas Bom Fim e uma proposição de ajardinamanto para o bairro. Na minha opinião o Bom Fim poderia se tornar uma referênicia de jardins para a cidade. Onde existem jardins dificilmente haverá vandalismo e crime.
Milton, obrigado pelo comentário explicando as modificações no trânsito. Demorei um pouco para acessar novamente o site, mas agora vou repassar as informações que tu publicou para mais pessoas.
Caso essas modificações ocorram, será muito estranho entrar na João Telles pela Osvaldo Aranha. heheheh
Abraço e obrigado novamente!
Olá.
Gostaria de registrar e deixar clara minha indignação e saber o porque da demora (isso vai para 1 ano acredito eu) que não ocorre a pintura da faixa de segurança na estação Pronto Socorro da Estação Pronto Socorro – transporte coletivo. Bem em frente ao Banrisul da Osvaldo Aranha, a faixa do corredor de ônibus foi retirada após serviço inacabado de recapeamento.
Ocorre que diariamente os ônibus atravessam e param sobre ela, ficando impossível de atravessar o corredor quando o sinal do pedestre esta verde.
Eder Ruschel
reclamação enviada para a SMOV e para a EPTC
Segundo o Correio do Povo de sábado dia 10/07/2010, as alterações ainda não estão totalmente definidas.
A previsão do início das obras de recuperação do Túnel da Conceição, no Centro da Capital, ainda neste ano, provoca alterações no entorno. Para viabilizar os serviços em duas das quatro faixas do túnel, será indispensável alterar o sentido de algumas ruas das proximidades, desafogando o fluxo de veículos na região. As mudanças integram o Plano de Manejo do Trânsito, execução pela EPTC e pela Secretaria Municipal de Obras e Viação (Smov). O anúncio oficial do início do projeto de recuperação será feito pelo prefeito José Fortunati.
Algumas adaptações são realizadas no canteiro central da avenida Osvaldo Aranha, principal caminho para quem se dirige ao Túnel da Conceição. Em frente à entrada da rua Santo Antônio os canteiros foram adaptados. Uma das possibilidades analisadas pela EPTC é trocar o sentido do fluxo do trânsito na rua. Agora, a Santo Antônio tem sentido único na direção da Osvaldo Aranha para a Independência. Obras similares estão em andamento no início da rua João Telles, que deverá mudar de sentido. A EPTC informa que as alterações foram realizadas, mas não há data para a alteração no fluxo do trânsito na região do bairro Bom Fim. As obras têm provocado interrupção provisória na Osvaldo Aranha. No local, foram colocados cavaletes indicando as mudanças nos canteiros.
O secretário municipal de Obras e Viação, Cássio Trogildo, explicou que o projeto para o início dos trabalhos está pronto, faltando apenas as adaptações no trânsito. “Pela importância e pelo impacto que provocará no trânsito e na região, estamos tendo cuidado para amenizar ao máximo os transtornos à população.”
A estimativa é de que passem pelo túnel 74 mil veículos diariamente. O secretário ressaltou que essa é uma das obras mais aguardadas da cidade. “É visível a necessidade de recuperar a estrutura do túnel, que está, desde a sua fundação, há 38 anos, sem nenhuma recuperação integral”, afirmou.
Pelo projeto, a expectativa é de que as obras tenham duração de dez meses. Uma das principais etapas será a recuperação da estrutura, evitando as infiltrações na parte de concreto, com a implantação de um sistema de drenagem e a desobstrução da rede pluvial. Será recuperado ainda o pavimento das vias e haverá o reforço das lajes superiores dos túneis.
Ao sair do papel, o projeto de obras no Túnel da Conceição terá vencido um longo processo de adiamentos e entraves burocráticos, que duram mais de dois anos. O investimento previsto para a conclusão da recuperação é de cerca de R$ 2,6 milhões, com recursos do governo municipal. Além das mudanças no sentido de algumas ruas, haverá ampla sinalização das novas rotas enquanto ocorrerem as obras. A ideia é garantir a fluidez ao trânsito, que costumeiramente já é complicado no local, em especial nos horários de pico.
Bom dia!
Gostaria de perguntar a vocês o que acontecerá nos cruzamentos da Osvaldo Aranha com João Telles, Santo Antônio e Garibaldi. Parece que vão inverter o fluxo na Garibaldi e na Santo Antônio, o que é muito estranho, mas gostaria mesmo de saber o que vai acontecer com a João Telles, onde sou morador.
Se transformarem nossa rua em mão dupla, vai se tornar um caos. Acredito que vão simplesmente permitir a entrada do tráfego diretamente na Osvaldo, no sentido Ufrgs > HPS.
Abraço!
Rodrigo
Sou morador do bairro e jamais pensei que o nosso Parque da Redenção, local de encontros entre amigos e de tanta Paz, fosse liberado quase todos os domingos das l0 às 20h para show musicais
” que deveriam proporcionar-nos muita alegria e satisfação”, estejam sendo efetuados sem o devido cuidado com a Lei do Silêncio. Deveria haver uma melhor fiscalização quanto ao volume em decibéis que são transmitidos pelos seus alto-falantes, pois os maiores prejudicados e atingidos são os pacientes do Pronto Socorro, as crianças e os idodos. Creio que é o momento de uma providência neste sentido! Sou um dos idosos que vem sofrendo com esta abusiva situação! Alfredo .
Pessoal,
com relação ao lixo da Rua Irmão José Otão, a questão é crônica de aducação/higiene e endoço as palavras da Cláudia.
Porém, aqui vai outro viés ao insolucionável problema: de onde vem aquele lixo todo? Meu Deus….seria dos respeitáveis prédios ao redor??
Parece que a classe média do Bom Fim se acostumou a jogar o seu lixo ou permitir que o seu zelador “jogue” o lixo 20 metros adiante. Parece uma cena da Idade Média quando a burguesia murava suas moradias para que a peste não entrasse, jogando seus dejetos metros adiante.
Moramos num bairro que causa vergonha. Mais sujo que o Sarandi, Iapi, Lami, Berta e Cidade Baixa.
Aqueles que combatiam as casa noturnas nos anos 80 e 90 e a gurizada punk deveriam se rebelar contra o lixo nas calçadas.
Alexandre.
Boa Tarde,
Venho sugerir matéria sobre a grande quantidade de lixo nas ruas do nosso bairro. Após vários contatos com os órgãos competentes, sem solução definitiva, tento junto a este jornal uma forma de despertar para o problema.
Quem passa pela Rua Irmão José Otão entre a Santo Antônio e João Telles se depara há algum tempo com grande concentração diária de lixo. No final do ano passo liguei para prefeitura na expectativa de solucionar o problema. Embora placas destacando a legislação que proíbe colocação de lixo no local, a prefeitura não tem serviço de fiscalização capaz de impedir os papeleiros de ali fazerem sua seleção, bem como identificar demais depositantes de lixo.
No mínimo duas vezes por mês telefono para o 156, onde sempre sou bem atendida, solicitando que o caminhão do lixo passe no mínimo três vezes por dia. Única alternativa sugerida pela própria prefeitura. Mas o serviço é bastante irregular e na maior parte das vezes ocorre apenas no único horário da noite.
O lixão cresce a cada dia. Com freqüência é visualizado cadeira, ventilador e até armário ali depositado. Quem deseja passar pela calçada tem apenas uma opção: cruzar no meio do lixo.
O lixo é grande responsável pela proliferação de animais transmissores de doenças e de alagamentos em época de chuva.
Fica aqui minha sugestão de matéria, ou melhor, minha esperança de um possível caminho ruma a melhorias.
Obrigada pela atenção!
Cláudia Ballejo
Boa Tarde,
Gostaria de sugerir uma matéria sobre o lixo no nosso bairro. Na verdade venho buscar uma possível alternativa, já que não encontro nos órgãos competentes, para sanar o problema.
Quem passa pela Rua Irmão José Otão entre a Santo Antônio e João Telles se depara há algum tempo com grande concentração diária de lixo. No final do ano liguei para prefeitura na expectativa de solucionar o problema. Embora placas destacando a legislação que proíbe colocação de lixo no local, a prefeitura não tem serviço de fiscalização capaz de impedir os papeleiros de ali fazerem sua seleção, bem como identificar demais depositantes de lixo.
No mínimo duas vezes por mês telefono para o 156, onde sempre sou bem atendida, solicitando que o caminhão do lixo passe no mínimo três vezes por dia. Única alternativa sugerida pela própria atendente da prefeitura. Mas o serviço é bastante irregular e na maior parte das vezes ocorre apenas no único horário da noite. A quantidade de lixo e papeleiros cresce a cada dia, Não é raro encontrarmos cadeira, ventilador até armário ali depositados. Quem deseja utilizar a calçada tem apenas uma opção: transitar pelo lixão. O lixo é grande responsável pela proliferação de animais transmissores de doenças e de alagamentos em época de chuva.
Fica aqui minha sugestão de matéria, ou melhor, meu apelo. Abraço e obrigada pela atenção!
Cláudia Ballejo
Mosquito da dengue
Casa em obra que está abandonada na rua Tomas Flores tem varias latas com água parada da chuva.
Como proceder??? No ano passado o proprietario já foi informado por telefone e nada vez.
Obrigada
Ie0uai Excellent article, I will take note. Many thanks for the story!
Os leitores podem ter acesso as edicoes dos anos de 2007 e 2008?
Obrigado!
Alex
Obrigada pela escolha de nossa empresa para o Perfil Empresarial da edição de janeiro de 2010.
A matéria, apresentada de forma muito positiva e clara, teve excelente repercussão!
Muitos clientes e amigos da loja Aloe Vita manifestaram apoio e simpatia pela reportagem com a história da empresa, que completou 11 anos no último dia 21 de janeiro.
Obrigada e todo o sucesso para o Fala Bom Fim e sua equipe, Ane Mari Klein
saudações!
como moradora do bairro e assídua leitora deste jornal, solicito que seja realizada uma matéria sobre os moradores de rua que se instalaram no bairro. Justifico pelo fato de que os próprios moradores do bairro estimulam a dependência dessas pessoas, alimentando-as e fornecendo-lhes roupas. Tanto a Prefeitura quanto a ONG´s que tratam do assunto enfatizam que devem ser evitadas tais atitudes. No entanto, ao longo do tempo, notamos que em cada rua aumenta o número de pessoas em estado deplorável. Portanto, contamos com este jornal para uma campanha nesse sentido e que o bairro volte a ser um lugar onde se possa caminhar novamente pelas ruas sem tropeçar e ser tropeçado por indigentes.
Atenciosamente,
Ana Valéria
- Desrespeito ao cliente (Bradesco) –
Sou consorciado do Bradesco Consórcios, contemplado a mais de um ano e com 50% do consórcio quitado. Ao solicitar a aquisição de um terreno vazio (lote), tipo de imóvel previsto no contrato e confirmado pelo atendimento ao cliente, tive minha solicitação rejeitada porque “o terreno não possui energia elétrica”.
1. O contrato não possui essa exigência
2. Por ser um terreno vazio obviamente o mesmo não possui padrão de energia
3. O fornecimento de energia elétrica necessita apenas da solicitação à empresa responsável
Todos esses argumentos foram apresentados à administração do consórcio, inclusive através de um advogado do PROCON, mas nada adiantou o Bradesco simplesmente recusou-se a voltar atrás na decisão e não me entregam sequer a negativa por escrito.
Sinto me lesado e frustado com a atitude dessa empresa, pois além de perder o negócio e provavelmente o sinal tenho que engolir essa decisão arbitrária, sem um pingo de bom senso ou respeito aos desejos do cliente.
Deveriam mudar o slogan da campanha publicitária para: O negócio furou? Presença Bradesco!
O Gut-Goi me parece mito embasado na arte do Woody Allen. Seria interessante um goi comedy desvencilhar-se da psicanálise só para tentar algo diferente.
Boa noite.
Gostaria de sugerir uma matéria a respeito do blog
http://nossobomfim.blogspot.com, que se propõe a ser uma canal de
divulgação muito interessante para os eventos e notícias acerca do
bairro.
Ainda, gostaria de sugerir uma reportagem quanto à construção de uma loja
em um terreno baldio das esquinas da José Otão e Tomaz Flores, que se
iniciou há poucos dias e que promete, além de finalmente dar um recuo e
aumentar o espaço da calçada para os pedestres, possibilitar o fim de
acúmulo de lixo no local, finalmente!
Outras coisas que eu gostaria de sugerir que se escrevesse a respeito são
a inauguração do Psico Bar (na Barros Cassal) e do Basco Loco (na
Fernandes Vieira), assim como um questionamento à direção da Redenção
acerca do sumiço dos bancos que ladeavam o espelho d’água… foram para
manutenção? Para substituição por bancos da Pepsi? Ou simplesmente
alguém, sem ouvir a população, decidiu que eles eram desnecessários, e
retirou-os dali para sempre?
Grato pela atenção,
Luciano Poersch Frigo.
Prezado editor,
O SEMINÁRIO DISCUTE VIOLÊNCIAS SOCIAIS E SEUS REFLEXOS NA ESCOLA já divulgado foi transferido para os dias 5 e 6 de outubro, mantendo temáticas e horários. Favor atualizar. Mais informações: http://www.humanidades2007.ning.com e i.humanidades@gmail.com.
Abs,
Prezado Editor do Jornal Fala Bom Fim:
Sou morador do bairro (rua Ramiro Barcelos 1892/01) e há muito acompanho a evolução do jornal.
Para o entendimento da visão que apresento sobre reportagem do jornal cabe relatar minha formação – Sociólogo, escritor e o único brasileiro com formação em “Planejamento Estratégico aplicado ao manejo do Meio Ambiente no Município” no país.
Reportagem: Campanha Propõe melhoria da iluminação no Bairro.
Citando o caso do Condomínio Madrigal (Totalmente errada).
A iniciativa da campanha merece respeito e é extremamente necessária e desde já me coloco a sua disposição, até mesmo sugerindo que a campanha mundial de combate a poluição luminosa seja de iniciativa (aqui em POA) de seu jornal.
A iluminação aberta e dispersiva como é o caso do Condomínio Madrigal vem sendo combatida em todo o mundo, pois acarreta um desperdício de até 30% de energia e a mesma porcentagem em economia (todos estão pagando essa conta principalmente à natureza). O mesmo direcionamento dos raios e ondas de luz agride os transeuntes com a luz direta nos olhos, podendo causar acidentes principalmente em idosos, crianças e quem usa óculos e lentes. No Caso até os carros que passam em velocidade pele Felipe Camarão (a luz branca ou fria como é chamada distorce as cores e causa o efeito da sobreposição de imagens entre ondas de luz e sombra ofuscando os olhos e dificultando a observação). Por várias vezes pensei em protestar formalmente contra o projeto de iluminação do Condomínio Madrigal.
A iluminação correta é com o foco direcionado para baixo, se possível com luz amarela, com o bojo de proteção ocupando no mínimo 50% do entorno da lâmpada. Evitando dessa forma que as ondas se dispersem para o espaço, causando a poluição luminosa. Desta forma, podem ser usadas lâmpadas de menor potencia que causam o mesmo efeito de iluminação a um custo 30% mais econômico. Somente no Reino Unido anualmente ocorre um desperdício de U$ 3,32 bilhões em função da iluminação errada. Tenho certeza que os condôminos do Madrigal gostarão de economizar esse valor que poderia ser usado em outras benfeitorias.
Estes fatores acusam a evolução e nível de conhecimento e informação de um povo. E o nosso bairro bem que poderia dar o exemplo de busca por segurança com o uso correto da iluminação. Estaremos não somente tornando nossas ruas mais charmosas e seguras como também demonstrar nossa preocupação com a poluição ambiental.
Bem que poderíamos começar essa campanha pelos condomínios e comércio do bairro!
Estou a tua disposição; forte abraço!
Assis Aymone 051 9982 6632.
MORADORES AMIGOS DESTE BAIRRO AMADO, EU MORAVA NO INTERIOR DO ESTADO, MEUS FILHOS JA COM IDADE DE FREQUENTAREM FACULDADE, ENTÃO VIM MORAR EM PORTO ALEGRE NO BAIRRO BOM FIM, ONDE ESTOU ATÉ O DIA DE HOJE. (MEU ASSUNTO É PARA FALAR DAS ARVORES DO NOSSO BAIRRO, QUE ESTÃO SENDO DESPREZADAS E MAL CUIDADAS, CALÇADAS ONDE TINHA UMA ARVORE
HOJE SO RESTA UM ESPAÇO ABERTO, OU PORQUE FOI CORTADA SEM O MENOR RESPEITO À NATUREZA. OUTROS ENORMES ESPAÇOS DE CALÇADA OCUPADAS POR GARAGÕES MESMO COM ESSE TIPO DE CONSTRUÇÃO, NÃO SERIA NECESSÁRIO QUE ARRANCASSEM SEM O MININO RESPEITO À NATUREZA.
PARA FINALIZAR, NA RUA IRMÃO OTÃO, ENTRE TOMAS FLORES E BARROS CASSAL, TEM PLANTADA UMA ARVORE DE PLATANO LINDA. FOI DADA A ELA UM LUGAR NA CALÇADA PELA SUA
FORMOSURA E TAMANHO (ATUALMANTE ESTA SEDO DEVORADA POR UMA PARAZITA QUE COM O TEMPO, ELA DEIXARÁ DE EXISTIR MESMO COM TODA SUA VITALIDADE. ASSIM TEM MUITAS NO BAIRRO
QUE DEVEM SER REMOVIDAS O QUANTO MAIS BREVE MELHOR, QUERO AGRADECER DE CORAÇÃO À TODOS DA EQUIPE DESTE JORNAL E ASSOCIAÇÃO DO BOM FIM.
para setor de tv jornal seguinte sobre nosso diretos ganho do servidores legislativo governador fica mandando em tudo nos estamos morrendo pior salario ja fizemo pesquisa sobre salarios servidores nos nao temo um reprezentante vamos fazer no prosximo ano assim melhorar nossa situacao nos tava tudo certo pra receber precatorio era parcela dividida mas governo comprou sentensa do dezembagador viro dois junto na sala nos vamos recorre porque sao dez anos de espera nao podmo joga fora essa vitoria peco enprensa nos ajuda certo tem ser pago direto lei vem de brasilia ministra agora vamos botar pra quebrar vamos pra greve pmdb so engana nao faz nada so coloca cargo parente setores no detran tem cargo de filho pai nepostimo aqui no tribunal de contas tem muitos bomba vai sair tem muitos servidores marisa sandra patricia fica aqui lar no tribunal cada fiscalizazao urgente agora estado nosso espirito santo saude esta morrendo varios pessoas cade verba sub secretario fica viajando com mulher tem cargo gastando dinheiro publico tomas providnsia ja ja mandamos pro jornal da grobo recorde um abraco fora pmdb fora dilma fora senador magno malta fica so viajando com sua banda de som um abraco estado espirito santo ta feio situacao deputados roubando engando tiodos pobres lideranca mas nao engana deus reporte comunitario de vitora
SEMINÁRIO DISCUTE VIOLÊNCIAS SOCIAIS E SEUS REFLEXOS NA ESCOLA
Evento aocorrerá em Porto Alegre, nos dias 6 e 7 de agosto
A partir de iniciativa conjunta do Instituto Humanidades, que desde 2007 promove os Seminários de Estudos ‘Ações protetivas frente a um cotidiano de violências’, e da Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, acontece nos dias 6 e 7 de agosto, o Seminário Estadual de Interlocução – Violências Sociais e seus reflexos na Escola. A atividade, aberta a profissionais ligados à área da educação, pais, estudantes, pesquisadores e comunidade em geral, busca refletir sobre múltiplas violências sociais contemporâneas e em como elas se manifestam no ambiente escolar. Isso através de mesas temáticas, com a participação de antropólogos, psicólogos, pedagogos, profissionais do direito, sociólogos e autoridades.
Atividade de extensão universitária, tem o apoio do Centro Universitário IPA Metodista e da Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembléia Legislativa gaúcha e dos Centros Sociais Maristas.
Informações e inscrições pelo site: http://www.humanidades2007.ning.com, e-mail i.humanidades@gmail.com e telefone (51)3226.3313.
Muito bom o texto, gostei de aprender um pouco mais sobre a
música popular de Porto Alegre.
Carlos.
Eu gostaria de saber quando é a comemoração da NA’ AMAT PIONEIRAS
obrigado.
Fala Rubens!
Foi por puro acaso que vi a noticia publicada na Internet. Que surpresa! Parabens! Muito sensatas, sensacionais as tuas colocacoes.
Um grande abraco da Alemanha. Espero retornar logo ao edificio.
Fernando
Muito bom o texto, parabens.
Grande abraço
Rodrigo Reis